Acontece, quando a zona não está bem provista de especialistas reputados, coisa que só gente do ramo consegue fazer, sem aquele espírito militante que pode soar falso.
Tudo é muito artificial e soa falso, em consequencia...
Mas, apenas para contrariar (e acertando antecipadamente): quando se desmente uma demissão, é porque ela vai ocorrer em seguida...
Paulo Roberto de Almeida
PT nega possibilidade de demissão de 'guru' da campanha de Dilma
O Globo, 07/05/2010 às 12h03m
BRASÍLIA - Em nota divulgada nesta sexta-feira, o secretário nacional de Comunicação do PT, deputado federal André Vargas (PR), negou que o partido cogite demitir o coordenador da pré-campanha de Dilma Rousseff na internet, Marcelo Branco, um dos ancoras do programa "Fala Dilma' suspenso desde o dia 29. Para o secretário, a mobilização na internet está "incomodando os adversários".
No último "Fala Dilma" para rádios a pré-candidata do PT comentou sobre o número de trabalhadores com carteiras assinadas. O formato de perguntas ensaiadas e respostas lidas não se adequou à linguagem de rádio. Mas a maior polêmica foi provocada pela veiculação de um vídeo com entrevista de Dilma, feita por Branco e a apresentadora Carla Bisol, sobre Cultura.
Nessa entrevista, que seria para treinamento de Dilma frente às câmeras, ela cometeu gafes, como dizer que nordestinos migravam do "Nordeste para o Brasil". O vídeo, considerado amador e que expõe a candidata em situações consideradas pouco elegante, foi postado no site "www.dilmanaweb.com.br". A queixa geral entre petistas é que era uma entrevista para treinar a candidata e que jamais deveria ter sido exibida na internet. Branco não fez uma análise criteriosa da entrevista antes de colocá-la no ar.
Na nota, André Vargas diz que considera altamente positivo o trabalho que vem sendo desenvolvido por Marcelo Branco e toda a sua equipe, o que tem provocado uma grande mobilização na internet.
"Essa grande mobilização vem incomodando os nossos adversários. Avaliar nossas ações através da internet pelas críticas que vêm de setores da grande imprensa é um erro, até porque esses veículos têm seus próprios interesses. É uma visão reducionista do potencial que o PT tem nas redes sociais nestas eleições", diz o secretário do PT.
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Bem, para quem não assistiu o programa, que foi retirado do ar (compreensivelmente), aqui vai a versão editada (maldosamente, é claro) por gente visivelmente intencionada a prejudicar a brilhante candidata do PT, e leitora de teleprompters.
Mais uns seis meses de treino, ela deve conseguir fazer isso naturalmente...
Dilma aprendendo a ler no teleprompter
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sexta-feira, 7 de maio de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
398) Confusoes na raia governista: quem ficou, quem "fugiu"...
Da newsletter do jornalista gaúcho Políbio Braga
14.04.2010
Conheça o papel dos exilados e dos combatentes no jogo da redemocratização
Não é só a direita quem espinafra as asininas declarações da ex-ministra Dilma Roussef, porque foi para a esquerda - inclusive aliados - a seguinte acusação feita por ela (versão livre):
- Eu resisti aqui dentro à ditadura militar, caindo na clandestinidade e na luta armada, enquanto os outros fugiram.
. Dilma Roussef esperou 24 horas e só depois da reação irada de aliados e adversários voltou atrás.
. A candidata do PT, atrapalhada como sempre, queria atingir o ex-governador José Serra e o ex-presidente FHC, que se exilaram para não serem presos ou mortos - mas sobretudo para sustentar a resistência ao regime ditatorial militar. Acontece que centenas de aliados da ex-ministra "fugiram da raia", como acusa Dilma Roussef - acovardaram-se, fugindo do País. A lista começa com seu ex-companheiro de armas, José Dirceu, e segue por vários dos seus colegas de ministério, a começar por Paulo Vanuchi e Tarso Genro. Brizola, Prestes, Almino Afonso, Jango e JK foram exilados.
. A ex-ministra Dilma Roussef não tem por que se orgulhar de ter resistido na clandestinidade e empunhado armas, porque ao se colocar sob o comando de delinquentes políticos como o capitão Carlos Lamarca e se armar para roubar o cofre do ex-governador Ademar de Barros ou amparar logisticamente os instintos assassinos da VAR Palmares, ela sempre teve por objetivo número 1 substituir a ditadura militar pela ditadura comunista. Roussef não tem como negar isto. Ela não buscou redemocratizar o País, mas substituir uma ditadura por outra. E foi derrotada pelas armas. Personalidades mais razoáveis do que Roussef, como o deputado Fernando Gabeira, já reconheceram o erro histórico que cometeram - e a contribuição que deram para o recrudescimento do regime militar e sua perpetuação. Esses provocadores, homens e mulheres dominados pela doença infantil do esquerdismo, não quiseram ouvir vozez inteligentes como as de dirigentes políticos como Roberto Freire, então no PCB, apelando para o mais rasteiro foquismo (o foquismo que levou à morte de Che, traído por Régis Debray) e a mais insana matança de aliados (justiçamentos) e adversários (assassinatos).
. Esta discusssão ocorreu no RS há muitos anos, durante a própria ditadura. Ela foi particularmente grave por ocasião da eleição do senador Paulo Brossard , apoiado na época por um feroz adversário, o ex-governador Brizola, exilado no Uruguai. Brossard, que apoiou o golpe de 64, aliou-se aos exilados e aos democratas para ajudar a derrubar a ditadura.
. A ditadura militar não caiu por causa da destrambelhada ex-ministra Dilma Roussef e sua corja de malfeitores comunistas armados, mas caiu por que do exílio, os principais líderes políticos se articularam com os principais líderes democráticos da oposição parlamentar e extra-parlamentar, o que resultou na Lei da Anistia e nas Diretas Já.
. Já está mais do que na hora da sra. Dilma Roussef fazer um mea culpa e subordinar o seu pensamento e a sua ação aos ditames constitucionais que protegem o estado democrático de direito e a economia de mercado.
. A ex-ministra, com suas declarações, demonstra que não aprendeu nada ao ir para o governo e também não esqueceu nada.
14.04.2010
Conheça o papel dos exilados e dos combatentes no jogo da redemocratização
Não é só a direita quem espinafra as asininas declarações da ex-ministra Dilma Roussef, porque foi para a esquerda - inclusive aliados - a seguinte acusação feita por ela (versão livre):
- Eu resisti aqui dentro à ditadura militar, caindo na clandestinidade e na luta armada, enquanto os outros fugiram.
. Dilma Roussef esperou 24 horas e só depois da reação irada de aliados e adversários voltou atrás.
. A candidata do PT, atrapalhada como sempre, queria atingir o ex-governador José Serra e o ex-presidente FHC, que se exilaram para não serem presos ou mortos - mas sobretudo para sustentar a resistência ao regime ditatorial militar. Acontece que centenas de aliados da ex-ministra "fugiram da raia", como acusa Dilma Roussef - acovardaram-se, fugindo do País. A lista começa com seu ex-companheiro de armas, José Dirceu, e segue por vários dos seus colegas de ministério, a começar por Paulo Vanuchi e Tarso Genro. Brizola, Prestes, Almino Afonso, Jango e JK foram exilados.
. A ex-ministra Dilma Roussef não tem por que se orgulhar de ter resistido na clandestinidade e empunhado armas, porque ao se colocar sob o comando de delinquentes políticos como o capitão Carlos Lamarca e se armar para roubar o cofre do ex-governador Ademar de Barros ou amparar logisticamente os instintos assassinos da VAR Palmares, ela sempre teve por objetivo número 1 substituir a ditadura militar pela ditadura comunista. Roussef não tem como negar isto. Ela não buscou redemocratizar o País, mas substituir uma ditadura por outra. E foi derrotada pelas armas. Personalidades mais razoáveis do que Roussef, como o deputado Fernando Gabeira, já reconheceram o erro histórico que cometeram - e a contribuição que deram para o recrudescimento do regime militar e sua perpetuação. Esses provocadores, homens e mulheres dominados pela doença infantil do esquerdismo, não quiseram ouvir vozez inteligentes como as de dirigentes políticos como Roberto Freire, então no PCB, apelando para o mais rasteiro foquismo (o foquismo que levou à morte de Che, traído por Régis Debray) e a mais insana matança de aliados (justiçamentos) e adversários (assassinatos).
. Esta discusssão ocorreu no RS há muitos anos, durante a própria ditadura. Ela foi particularmente grave por ocasião da eleição do senador Paulo Brossard , apoiado na época por um feroz adversário, o ex-governador Brizola, exilado no Uruguai. Brossard, que apoiou o golpe de 64, aliou-se aos exilados e aos democratas para ajudar a derrubar a ditadura.
. A ditadura militar não caiu por causa da destrambelhada ex-ministra Dilma Roussef e sua corja de malfeitores comunistas armados, mas caiu por que do exílio, os principais líderes políticos se articularam com os principais líderes democráticos da oposição parlamentar e extra-parlamentar, o que resultou na Lei da Anistia e nas Diretas Já.
. Já está mais do que na hora da sra. Dilma Roussef fazer um mea culpa e subordinar o seu pensamento e a sua ação aos ditames constitucionais que protegem o estado democrático de direito e a economia de mercado.
. A ex-ministra, com suas declarações, demonstra que não aprendeu nada ao ir para o governo e também não esqueceu nada.
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