Todos os institutos de pesquisa dão vitória à candidata oficial, por 10 a 14 pontos sobre o candidato da oposição. A conferir em mais 12 ou 14 horas.
A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, chegou à véspera da eleição com vantagem de 10 a 13 pontos percentuais sobre seu adversário, José Serra (PSDB), segundo os resultados das pesquisas de intenção de voto divulgados neste sábado pelos quatro principais institutos do país. A menor diferença
em favor de Dilma, considerado o total do eleitorado, foi apontada pelo Datafolha (51% contra 41%). A maior diferença foi apontada pelo instituto Sensus (50,3% contra 37,6%).
Na pesquisa Ibope a presidenciável petista aparece com 52%, contra 40% de Serra. Na pesquisa Vox Populi, Dilma soma 51%, enquanto Serra aparece com 39%.
Levada em conta a hipótese de que votassem todos os mais de 135,8 milhões de eleitores, a vantagem que os institutos apontam para Dilma oscilaria entre 13,5 milhões e 17,6 milhões. A petista teria entre 68 milhões e 70 milhões, enquanto seu adversário obteria entre 50 milhões e 56 milhões.
Considerados os votos válidos, a vantagem de Dilma sobre Serra apontada pelas pesquisas varia de
10 a 14 pontos percentuais. A maior diferença (57,2% a 42,8%) foi apurada pelo instituto Sensus, e a
menor pelo Datafolha (55% para a petista e 45% para o tucano). O Ibope apontou diferença de 12 pontos (56% para Dilma e 44% para Serra), enquanto a pesquisa Vox Populi apurou vantagem de 14 pontos para a candidata (57% contra 43%).
Todas as pesquisas indicam vitória de Dilma
Datafolha (29 e 30/10) Votos válidos
Dilma 51% 55%
Serra 41% 45%
Brancos/nulos 4%
Indecisos 4%
Ibope (30/10)
Dilma 52% 56%
Serra 40% 44%
Brancos/nulos 5%
Indecisos 3%
Vox Populi/iG (30/10) Votos válidos
Dilma 51% 57%
Serra 39% 43%
Brancos/nulos 5%
Indecisos 5%
CNT/Sensus (28 e 29/10)
Dilma 50,3% 57,2%
Serra 37,6% 42,8%
Brancos/Nulos 4,1%
Indecisos 7,9%
Fonte Brasília Confidencial, 31.10.2010
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domingo, 31 de outubro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Pesquisa eleitoral da GPP: Serra na frente
Pesquisa GPP mostra empate técnico com Serra na frente Terça, 26 de Outubro de 2010
O instituto GPP registrou no TRE uma pesquisa onde mostra que o candidato José Serra lidera a disputa com 52% dos votos válidos e Dilma com 48%. Os números são diferentes dos divulgados pela mídia nacional, o que provoca um reboliço.
A pesquisa ouviu 4.047 pessoas entre os dias 22 e 24 de outubro no país inteiro, registramos a pesquisa para mostrar para a população e dizer o seguinte: "não viaje, fique na sua cidade e vote. Porque se isso acontecer, o Serra será presidente do Brasil. A eleição vai ser apertada para qualquer um dos lados", diz o candidato a vice-presidente Índio da Costa.
Segundo ainda informação do Instituto GPP, o único que acertou os números no primeiro turno, estes números são de uma pesquisa de campo e não do tracking tucano, que faz pesquisa telefônica. De qualquer maneira, eles estão próximos do que tem constatado o tracking: uma vantagem para Serra, mas ainda em situação de empate técnico.
O Instituto GPP goza de credibilidade e tem um histórico de acerto em pesquisas sobre intenção de votos, que realizou em outras disputas eleitorais, inclusive no primeiro turno das eleições presidenciais deste ano, quando acertou o resultado.
A pesquisa foi registrada no TRE sob o número 37.219/2010
Se entrarem no site da JOVEM PAN (http://jovempan.uol.com.br/enquete-brasil-eleicao-2010 ) vão ver que na enquete de ontem o Serra ficou na frente na maioria dos municípios pesquisados. (clique nas cidades sobre o mapa, aguarde e veja o resultado ao lado).
=============
Pesquisas já não servem de conforto
Painel - Renata Lo Prete
Folha de S.Paulo, 2.10.2010
A atitude petista hoje em nada lembra o excesso de confiança exibido na reta final do primeiro turno
AINDA QUE o antepenúltimo Datafolha da sucessão presidencial de 2010 tenha contribuído para tranquilizar integrantes da campanha de Dilma Rousseff -entre os quais havia, na véspera, quem genuinamente esperasse por uma redução da vantagem sobre José Serra-, a atitude petista hoje em nada lembra o excesso de confiança exibido na reta final do primeiro turno.
Mesmo com o quadro de estabilidade desenhado pela pesquisa, encontra-se, entre as vozes alinhadas com o governismo, até a opinião de que o debate da Rede Globo, amanhã à noite, poderá ser "decisivo".
Sério? Com 12 pontos de diferença pelo critério de votos válidos? Uma combinação de fatores explica esse surto de cautela.
Para começar, a zona de conforto de Dilma, embora razoável se considerado o curto intervalo de três dias daqui até a votação, não se compara à de Lula na mesma altura em 2002 (28 pontos sobre Serra) ou 2006 (22 sobre Geraldo Alckmin).
Existe ainda a necessidade de manter a tropa em estado de alerta.
O triunfalismo, antes adequado ao propósito de "criar um clima" para tentar liquidar a eleição pela via rápida, agora poderia desmobilizar a militância, tantas vezes valiosa para o PT na hora decisiva.
Acrescente-se a desconfiança que paira sobre as pesquisas em consequência dos erros cometidos no primeiro turno. Ela não atinge apenas o eleitor. Introduz um permanente "e se?" também na cabeça dos operadores da política.
Os levantamentos internos da campanha de Serra apontam Dilma à frente, porém bem mais próxima do tucano. A fotografia é semelhante à do GPP, historicamente ligado ao DEM, e diferente da apresentada pelos principais institutos.
É perfeitamente possível que estes últimos estejam certos -ou menos errados-, mas a dúvida sobrevive em razão de uma "verdade inconveniente": computadas tanto pesquisas feitas para divulgação quanto para consumo interno, os números apurados pela campanha de Serra foram os que mais se aproximaram do resultado do primeiro turno; os de Dilma superestimaram por larga margem sua dianteira.
Por fim, há a peculiaridade de uma disputa em que nenhum dos dois finalistas, sem prejuízo dos milhões de votos recebidos e a receber, conseguiu empolgar o eleitor.
Isso se reflete não somente no que ainda resta de indecisos (8%, segundo o Datafolha, contra 6% no mesmo momento de 2002 e 3% quatro anos atrás) mas também em fenômenos menos quantificáveis.
Nas "quális", mediadores se impressionam com a inconsistência da defesa tanto de Dilma quanto de Serra. Não raro, participantes mudam de voto uma ou duas vezes na mesma sessão. A questão, no entender de quem acompanhou eleições anteriores, é a escassez de argumentos à disposição do eleitor.
Chama a atenção que Lula seja, até hoje, "o" atributo conferido a Dilma nos grupos. Quanto a Serra, que buscou ser aceito como "continuador", acabou confinado ao cercado que a força do presidente no eleitorado lhe impôs.
À diferença do que aconteceu nos dias anteriores ao primeiro turno, não há movimentação visível. Mas, num terreno assim pantanoso, não estranha que tenha gente enxergando jacaré embaixo da cama.
RENATA LO PRETE é editora do Painel
O instituto GPP registrou no TRE uma pesquisa onde mostra que o candidato José Serra lidera a disputa com 52% dos votos válidos e Dilma com 48%. Os números são diferentes dos divulgados pela mídia nacional, o que provoca um reboliço.
A pesquisa ouviu 4.047 pessoas entre os dias 22 e 24 de outubro no país inteiro, registramos a pesquisa para mostrar para a população e dizer o seguinte: "não viaje, fique na sua cidade e vote. Porque se isso acontecer, o Serra será presidente do Brasil. A eleição vai ser apertada para qualquer um dos lados", diz o candidato a vice-presidente Índio da Costa.
Segundo ainda informação do Instituto GPP, o único que acertou os números no primeiro turno, estes números são de uma pesquisa de campo e não do tracking tucano, que faz pesquisa telefônica. De qualquer maneira, eles estão próximos do que tem constatado o tracking: uma vantagem para Serra, mas ainda em situação de empate técnico.
O Instituto GPP goza de credibilidade e tem um histórico de acerto em pesquisas sobre intenção de votos, que realizou em outras disputas eleitorais, inclusive no primeiro turno das eleições presidenciais deste ano, quando acertou o resultado.
A pesquisa foi registrada no TRE sob o número 37.219/2010
Se entrarem no site da JOVEM PAN (http://jovempan.uol.com.br/enquete-brasil-eleicao-2010 ) vão ver que na enquete de ontem o Serra ficou na frente na maioria dos municípios pesquisados. (clique nas cidades sobre o mapa, aguarde e veja o resultado ao lado).
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Pesquisas já não servem de conforto
Painel - Renata Lo Prete
Folha de S.Paulo, 2.10.2010
A atitude petista hoje em nada lembra o excesso de confiança exibido na reta final do primeiro turno
AINDA QUE o antepenúltimo Datafolha da sucessão presidencial de 2010 tenha contribuído para tranquilizar integrantes da campanha de Dilma Rousseff -entre os quais havia, na véspera, quem genuinamente esperasse por uma redução da vantagem sobre José Serra-, a atitude petista hoje em nada lembra o excesso de confiança exibido na reta final do primeiro turno.
Mesmo com o quadro de estabilidade desenhado pela pesquisa, encontra-se, entre as vozes alinhadas com o governismo, até a opinião de que o debate da Rede Globo, amanhã à noite, poderá ser "decisivo".
Sério? Com 12 pontos de diferença pelo critério de votos válidos? Uma combinação de fatores explica esse surto de cautela.
Para começar, a zona de conforto de Dilma, embora razoável se considerado o curto intervalo de três dias daqui até a votação, não se compara à de Lula na mesma altura em 2002 (28 pontos sobre Serra) ou 2006 (22 sobre Geraldo Alckmin).
Existe ainda a necessidade de manter a tropa em estado de alerta.
O triunfalismo, antes adequado ao propósito de "criar um clima" para tentar liquidar a eleição pela via rápida, agora poderia desmobilizar a militância, tantas vezes valiosa para o PT na hora decisiva.
Acrescente-se a desconfiança que paira sobre as pesquisas em consequência dos erros cometidos no primeiro turno. Ela não atinge apenas o eleitor. Introduz um permanente "e se?" também na cabeça dos operadores da política.
Os levantamentos internos da campanha de Serra apontam Dilma à frente, porém bem mais próxima do tucano. A fotografia é semelhante à do GPP, historicamente ligado ao DEM, e diferente da apresentada pelos principais institutos.
É perfeitamente possível que estes últimos estejam certos -ou menos errados-, mas a dúvida sobrevive em razão de uma "verdade inconveniente": computadas tanto pesquisas feitas para divulgação quanto para consumo interno, os números apurados pela campanha de Serra foram os que mais se aproximaram do resultado do primeiro turno; os de Dilma superestimaram por larga margem sua dianteira.
Por fim, há a peculiaridade de uma disputa em que nenhum dos dois finalistas, sem prejuízo dos milhões de votos recebidos e a receber, conseguiu empolgar o eleitor.
Isso se reflete não somente no que ainda resta de indecisos (8%, segundo o Datafolha, contra 6% no mesmo momento de 2002 e 3% quatro anos atrás) mas também em fenômenos menos quantificáveis.
Nas "quális", mediadores se impressionam com a inconsistência da defesa tanto de Dilma quanto de Serra. Não raro, participantes mudam de voto uma ou duas vezes na mesma sessão. A questão, no entender de quem acompanhou eleições anteriores, é a escassez de argumentos à disposição do eleitor.
Chama a atenção que Lula seja, até hoje, "o" atributo conferido a Dilma nos grupos. Quanto a Serra, que buscou ser aceito como "continuador", acabou confinado ao cercado que a força do presidente no eleitorado lhe impôs.
À diferença do que aconteceu nos dias anteriores ao primeiro turno, não há movimentação visível. Mas, num terreno assim pantanoso, não estranha que tenha gente enxergando jacaré embaixo da cama.
RENATA LO PRETE é editora do Painel
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terça-feira, 26 de outubro de 2010
Nova pesquisa eleitoral, em 26.10.2010
No GPP, diferença em favor de Dilma é de 5,5 pontos
O jornal Diário de S. Paulo publica hoje pesquisa eleitoral nacional feita pelo Instituto GPP. No levantamento, a diferença entre a petista Dilma Rousseff e o tucano José Serra é de 5,5 pontos percentuais nos votos totais e de 6,4 pontos nos votos válidos. A margem de erro é de 1,8 ponto para mais ou para menos. O levantamento foi feito entre os dias 23 e 25 de outubro.
Candidato Totais Válidos
Dilma Rousseff 46,4% 53,2%
José Serra 40,9% 46,8%
Não sabe 6,6%
Nulo/Nenhum 6,1%
O jornal Diário de S. Paulo publica hoje pesquisa eleitoral nacional feita pelo Instituto GPP. No levantamento, a diferença entre a petista Dilma Rousseff e o tucano José Serra é de 5,5 pontos percentuais nos votos totais e de 6,4 pontos nos votos válidos. A margem de erro é de 1,8 ponto para mais ou para menos. O levantamento foi feito entre os dias 23 e 25 de outubro.
Candidato Totais Válidos
Dilma Rousseff 46,4% 53,2%
José Serra 40,9% 46,8%
Não sabe 6,6%
Nulo/Nenhum 6,1%
Tracking dos numeros eleitorais
Reproduzo do blog do meu amigo Orlando Tambosi:
Acabo de receber, de um amigo bem informado, algumas informações do tracking interno do PSDB:
Serra na frente em Minas por 5%.
Em São Paulo com 22% a mais.
No Sul com 14% a mais.
No Rio, diminuiu a diferença para apenas 10%, quando já foi de 20%.
No Nordeste Serra perde por 32% ( já foi de 44% ).
Pelas projeções da cúpula da campanha, se José Serra abrir uma diferença em Minas de 12% nesta semana que falta, fatura a eleição.
Por enquanto, praticamente há empate. A bola está com vocês, mineiros! No dia 31, é gol!
Acabo de receber, de um amigo bem informado, algumas informações do tracking interno do PSDB:
Serra na frente em Minas por 5%.
Em São Paulo com 22% a mais.
No Sul com 14% a mais.
No Rio, diminuiu a diferença para apenas 10%, quando já foi de 20%.
No Nordeste Serra perde por 32% ( já foi de 44% ).
Pelas projeções da cúpula da campanha, se José Serra abrir uma diferença em Minas de 12% nesta semana que falta, fatura a eleição.
Por enquanto, praticamente há empate. A bola está com vocês, mineiros! No dia 31, é gol!
terça-feira, 19 de outubro de 2010
O Instituto que falhou mostra novos numeros
Registrar sempre e' interessante. A conferir no dia 31 de Outubro, ou 1ro de Novembro:
Pesquisa Vox Populi/iG divulgada nesta terça-feira mostra que a vantagem da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, em relação ao tucano José Serra aumentou para 12 pontos percentuais. Segundo o Vox Populi, Dilma tem 51% contra 39% de Serra. Na última pesquisa, realizada nos dias 10 e 11 de outubro, a vantagem era de 8 pontos (Dilma tinha 48% e Serra 40%). Os votos brancos e nulos permaneceram em 6% e os indecisos passaram de 6% para 4%.
Se forem considerados apenas os votos válidos (sem os brancos, nulos e indecisos) a vantagem subiu de 8 para 14 pontos. Dilma tinha 54% e passou para 57%. Serra caiu de 46% para 43%. A margem de erro da pesquisa é de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos.
A candidata do PT tem o melhor desempenho na região Nordeste, onde ganha por 65% a 28%. Já Serra leva a melhor no Sul, onde tem 50% contra 41% da petista. No Sudeste, que concentra a maior parte dos eleitores, Dilma tem 47% contra 40% do tucano.
O Vox Populi ouviu 3 mil eleitores entre os dias 15 e 17 de outubro. Os resultados, portanto, não consideram o impacto do debate realizado pela Rede TV no último domingo, nem a entrevista concedida por Dilma ao Jornal Nacional ontem à noite. A pesquisa foi registrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral com o número 36.193/10.
Recortes
Depois de toda a polêmica envolvendo temas religiosos como o aborto, Serra atingiu 44% entre os entrevistados que se declararam evangélicos. Dilma tem 42%. Entre os que se declararam ateus, Dilma vence por 49% a 36%.
Entre os católicos praticantes Dilma tem 54% contra 37% do tucano. No segmento dos católicos não praticantes a petista consegue seu melhor desempenho, 55% contra 37% de Serra.
A petista ganha em todas faixas etárias. Já no recorte que leva em conta a escolaridade dos pesquisados, Serra vence entre os que tem nível superior por 47% a 40% da petista. No eleitorado com até a 4ª série do ensino fundamental Dilma tem 55% contra 38% do tucano.
Serra também vai melhor entre o eleitorado com mais renda. Entre os que declararam ganhar mais de cinco salários mínimos, ele tem 44% contra 42% da petista. Dilma tem seu melhor desempenho entre os mais pobres, que ganham até um salário mínimo, 61% a 31%.
Embora seja mulher, Dilma tem índices melhores entre os homens. Conforme o levantamento ela tem 54% contra 38% de Serra no eleitorado masculino e 48% contra 40% do tucano no eleitorado feminino.
No recorte que leva em consideração a cor da pele, Dilma atinge 59% entre os entrevistados que se declararam negros contra 29% de Serra. Entre os brancos, a petista tem 45% contra 44% do tucano.
Segundo o Vox Populi, 89% dos entrevistados disseram estar decididos enquanto 9% admitiram que ainda podem mudar de ideia. Entre os eleitores de Dilma a consolidação do voto é maior, 93%. No eleitorado de Serra, 89% disseram que estão decididos.
Fonte: portal iG.
Vox Populi: Dilma cresce e vence no segundo turno
19.10.2010
Pesquisa Vox Populi/iG divulgada nesta terça-feira mostra que a vantagem da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, em relação ao tucano José Serra aumentou para 12 pontos percentuais. Segundo o Vox Populi, Dilma tem 51% contra 39% de Serra. Na última pesquisa, realizada nos dias 10 e 11 de outubro, a vantagem era de 8 pontos (Dilma tinha 48% e Serra 40%). Os votos brancos e nulos permaneceram em 6% e os indecisos passaram de 6% para 4%.
Se forem considerados apenas os votos válidos (sem os brancos, nulos e indecisos) a vantagem subiu de 8 para 14 pontos. Dilma tinha 54% e passou para 57%. Serra caiu de 46% para 43%. A margem de erro da pesquisa é de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos.
A candidata do PT tem o melhor desempenho na região Nordeste, onde ganha por 65% a 28%. Já Serra leva a melhor no Sul, onde tem 50% contra 41% da petista. No Sudeste, que concentra a maior parte dos eleitores, Dilma tem 47% contra 40% do tucano.
O Vox Populi ouviu 3 mil eleitores entre os dias 15 e 17 de outubro. Os resultados, portanto, não consideram o impacto do debate realizado pela Rede TV no último domingo, nem a entrevista concedida por Dilma ao Jornal Nacional ontem à noite. A pesquisa foi registrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral com o número 36.193/10.
Recortes
Depois de toda a polêmica envolvendo temas religiosos como o aborto, Serra atingiu 44% entre os entrevistados que se declararam evangélicos. Dilma tem 42%. Entre os que se declararam ateus, Dilma vence por 49% a 36%.
Entre os católicos praticantes Dilma tem 54% contra 37% do tucano. No segmento dos católicos não praticantes a petista consegue seu melhor desempenho, 55% contra 37% de Serra.
A petista ganha em todas faixas etárias. Já no recorte que leva em conta a escolaridade dos pesquisados, Serra vence entre os que tem nível superior por 47% a 40% da petista. No eleitorado com até a 4ª série do ensino fundamental Dilma tem 55% contra 38% do tucano.
Serra também vai melhor entre o eleitorado com mais renda. Entre os que declararam ganhar mais de cinco salários mínimos, ele tem 44% contra 42% da petista. Dilma tem seu melhor desempenho entre os mais pobres, que ganham até um salário mínimo, 61% a 31%.
Embora seja mulher, Dilma tem índices melhores entre os homens. Conforme o levantamento ela tem 54% contra 38% de Serra no eleitorado masculino e 48% contra 40% do tucano no eleitorado feminino.
No recorte que leva em consideração a cor da pele, Dilma atinge 59% entre os entrevistados que se declararam negros contra 29% de Serra. Entre os brancos, a petista tem 45% contra 44% do tucano.
Segundo o Vox Populi, 89% dos entrevistados disseram estar decididos enquanto 9% admitiram que ainda podem mudar de ideia. Entre os eleitores de Dilma a consolidação do voto é maior, 93%. No eleitorado de Serra, 89% disseram que estão decididos.
Fonte: portal iG.
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sábado, 16 de outubro de 2010
Nova pesquisa eleitoral: CNT/Sensus
CNT/Sensus: Dilma, 52,3% dos votos válidos; Serra, 47,7%
ELEIÇÕES 2010 BRASIL
Pesquisa do Instituto Sensus encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgada nesta quinta-feira (14) aponta liderança da candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, com 52,3%.
O tucano José Serra, por sua vez, registra 47,7% da preferência do eleitorado considerando os votos válidos.
Na pesquisa estimulada, quando são medidos os votos totais, a pesquisa registra, no entanto, empate técnico entre os dois presidenciáveis, com Dilma computando 46,8% e Serra, 42,7%. Nesta situação, votos brancos e nulos chegam a 4,0%. Eleitores indecisos atingem o patamar de 6,6%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.
Quando medida a intenção de votos de forma espontânea - situação em que ao eleitor não é apresentada uma lista com os candidatos - Dilma Rousseff segue na dianteira com 44,5%, ao passo que José Serra registra 40,4%. Brancos e nulos nessa situação são de 4,0%. Eleitores indecisos são 10,6%.
"Há uma solidificação desse voto. Se por um lado Serra leva vantagem no empate técnico, quando espontâneo está colado no estimulado, há pouca chance de mudança e isso é um ponto favorável à Dilma", disse o presidente da CNT, Clésio Andrade.
Computado o limite de voto, situação que engloba o nome do presidenciável como "o único que votaria" e a opção "poderia votar", Dilma Rousseff lidera as chances de conquistar a preferência do eleitorado com 60,7%, enquanto José Serra tem 59,1%.
A 17 dias do segundo turno, 72,9% dos entrevistados pela CNT/Sensus informaram já ter o voto definido, ao passo que 22,9% ainda estão escolhendo o candidato a presidente da República. Independentemente de o segundo turno ocorrer no meio de um feriado prolongado, 92,7% disseram que vão comparecer às urnas em 31 de outubro.
O levantamento CNT/Sensus ouviu 2 mil pessoas entre os dias 11 e 13 de outubro. Registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 35560/2010, tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
ELEIÇÕES 2010 BRASIL
Pesquisa do Instituto Sensus encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgada nesta quinta-feira (14) aponta liderança da candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, com 52,3%.
O tucano José Serra, por sua vez, registra 47,7% da preferência do eleitorado considerando os votos válidos.
Na pesquisa estimulada, quando são medidos os votos totais, a pesquisa registra, no entanto, empate técnico entre os dois presidenciáveis, com Dilma computando 46,8% e Serra, 42,7%. Nesta situação, votos brancos e nulos chegam a 4,0%. Eleitores indecisos atingem o patamar de 6,6%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.
Quando medida a intenção de votos de forma espontânea - situação em que ao eleitor não é apresentada uma lista com os candidatos - Dilma Rousseff segue na dianteira com 44,5%, ao passo que José Serra registra 40,4%. Brancos e nulos nessa situação são de 4,0%. Eleitores indecisos são 10,6%.
"Há uma solidificação desse voto. Se por um lado Serra leva vantagem no empate técnico, quando espontâneo está colado no estimulado, há pouca chance de mudança e isso é um ponto favorável à Dilma", disse o presidente da CNT, Clésio Andrade.
Computado o limite de voto, situação que engloba o nome do presidenciável como "o único que votaria" e a opção "poderia votar", Dilma Rousseff lidera as chances de conquistar a preferência do eleitorado com 60,7%, enquanto José Serra tem 59,1%.
A 17 dias do segundo turno, 72,9% dos entrevistados pela CNT/Sensus informaram já ter o voto definido, ao passo que 22,9% ainda estão escolhendo o candidato a presidente da República. Independentemente de o segundo turno ocorrer no meio de um feriado prolongado, 92,7% disseram que vão comparecer às urnas em 31 de outubro.
O levantamento CNT/Sensus ouviu 2 mil pessoas entre os dias 11 e 13 de outubro. Registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 35560/2010, tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Inversao completa das pesquisas: Serra sobe em todas as regioes
CNT/Sensus: Dilma cai em todas as regiões
O Globo, 14.10.2010
Pesquisa CNT/Sensus divulgada há pouco em Brasília mostra que as intenções de votos na candidata Dilma caíram em todas as quatro regiões do país.
Confira a comparação feita entre a pesquisa divulgada no último dia 28 de setembro com a de hoje.
Norte/Centro-Oeste
Dilma tinha 48,9% passou para 40,7%
Serra tinha 38,2% passou para 45,7%
Nordeste
Dilma tinha 66% passou para 60,7%
Serra tinha 24,5% passou para 32,1%
Sudeste
Dilma tinha 52,1% passou para 43,3%
Serra tinha 36% passou para 44,7%
Sul
Dilma tinha 40,7% passou para 36,3%
Serra tinha 45,5% passou para 56%
(Blog do Noblat)
Munição anti-Dilma é do próprio lulismo
Editorial O Globo, 14.10.2010
Para usar uma imagem do boxe, é como se, numa luta de dois rounds, uma esmagadora maioria previsse a vitória de um dos lutadores por nocaute. Porém, um golpe inesperado daquele marcado para perder jogou o adversário favorito, zonzo, nas cordas, enquanto soava o gongo do intervalo.
É assim que parece a candidata Dilma Rousseff, que tenta se refazer do susto de não ter acabado com a eleição no primeiro turno, e parte para o ataque, na campanha do segundo, aposentando o manual de boas maneiras usado no início da luta.
Se vai funcionar, não se sabe.
A primeira pesquisa do segundo turno, do Datafolha, registrou grande estreitamento na vantagem que Dilma ostentava em relação a Serra.
Os 54% a 46% dos votos válidos levantados pela sondagem refletiram um importante sangramento de votos dilmistas iniciado na última semana de campanha do primeiro turno.
Ontem, foi a vez do Ibope, divulgado no “Jornal Nacional”: 53% a 47%. Confirma-se a aproximação de Serra.
A julgar pelo primeiro debate do segundo turno, domingo na TV Bandeirantes, uma das armas sacadas pela candidata oficial, como fizera Lula no segundo turno de 2006, o “fantasma” das privatizações, encontra um candidato tucano rápido no gatilho da réplica, ao contrário de Geraldo Alckmin naquela ocasião.
Além disso, os quatro anos de governo lulopetista concedidos a mais pelo eleitorado demonstraram que sacrossantas estatais terminaram privatizadas, mas de maneira deletéria: privatizadas pelo fisiologismo político, caso do setor elétrico; pelo aparelha-mento, em que se destaca a Petrobras; e para a criação de dificuldades a fim de se venderem facilidades, como ocorrido nos Correios sob a influência de Erenice Guerra e herdeiros.
Dilma Rousseff e o PT se apresentam como vítimas de torpes acusações espalhadas pela internet.
O ponto nevrálgico dos ataques tem sido a lembrança de que a candidata já defendeu a legalização do aborto, tema que, infelizmente, tem servido para contaminar o debate político por crenças religiosas.
Até aqui, a campanha tem servido de alerta ao PT, alvejado por uma artilharia conhecida por militantes do partido: textos e filmes distribuídos pela internet.
Outro aspecto de todo este tiroteio é que parte da munição de que se valem grupos para atacar Dilma Rousseff é obtida em documentos oficiais.
Neste sentido, não se pode, a rigor, entender como calúnias algumas mensagens que circulam na rede de computadores. Afinal, como o governo Lula é um conglomerado de correntes ideológicas, com várias capitanias hereditárias distribuídas pela máquina pública, e algumas delas controladas por agrupamentos de esquerda autoritária, não é difícil encontrar propostas radicais, emanadas de dentro do governo, contrárias à Constituição.
Quem consultar a terceira versão do “Plano Nacional de Direitos Humanos”, assinado pelo próprio Lula, encontrará muito daquilo de que a candidata quer manter distância: descriminalização do aborto, censura à imprensa, ataque ao direito constitucional de propriedade etc.
A própria Dilma chegou a encaminhar à Justiça eleitoral parte desse plano como programa de seu governo. Diante da má repercussão, voltou atrás.
Haja o que houver, Lula paga hoje um preço por ter abrigado no governo correntes cujo projeto de país nada tem a ver com as aspirações das classes médias que aumentam de peso na sociedade brasileira.
O Globo, 14.10.2010
Pesquisa CNT/Sensus divulgada há pouco em Brasília mostra que as intenções de votos na candidata Dilma caíram em todas as quatro regiões do país.
Confira a comparação feita entre a pesquisa divulgada no último dia 28 de setembro com a de hoje.
Norte/Centro-Oeste
Dilma tinha 48,9% passou para 40,7%
Serra tinha 38,2% passou para 45,7%
Nordeste
Dilma tinha 66% passou para 60,7%
Serra tinha 24,5% passou para 32,1%
Sudeste
Dilma tinha 52,1% passou para 43,3%
Serra tinha 36% passou para 44,7%
Sul
Dilma tinha 40,7% passou para 36,3%
Serra tinha 45,5% passou para 56%
(Blog do Noblat)
Munição anti-Dilma é do próprio lulismo
Editorial O Globo, 14.10.2010
Para usar uma imagem do boxe, é como se, numa luta de dois rounds, uma esmagadora maioria previsse a vitória de um dos lutadores por nocaute. Porém, um golpe inesperado daquele marcado para perder jogou o adversário favorito, zonzo, nas cordas, enquanto soava o gongo do intervalo.
É assim que parece a candidata Dilma Rousseff, que tenta se refazer do susto de não ter acabado com a eleição no primeiro turno, e parte para o ataque, na campanha do segundo, aposentando o manual de boas maneiras usado no início da luta.
Se vai funcionar, não se sabe.
A primeira pesquisa do segundo turno, do Datafolha, registrou grande estreitamento na vantagem que Dilma ostentava em relação a Serra.
Os 54% a 46% dos votos válidos levantados pela sondagem refletiram um importante sangramento de votos dilmistas iniciado na última semana de campanha do primeiro turno.
Ontem, foi a vez do Ibope, divulgado no “Jornal Nacional”: 53% a 47%. Confirma-se a aproximação de Serra.
A julgar pelo primeiro debate do segundo turno, domingo na TV Bandeirantes, uma das armas sacadas pela candidata oficial, como fizera Lula no segundo turno de 2006, o “fantasma” das privatizações, encontra um candidato tucano rápido no gatilho da réplica, ao contrário de Geraldo Alckmin naquela ocasião.
Além disso, os quatro anos de governo lulopetista concedidos a mais pelo eleitorado demonstraram que sacrossantas estatais terminaram privatizadas, mas de maneira deletéria: privatizadas pelo fisiologismo político, caso do setor elétrico; pelo aparelha-mento, em que se destaca a Petrobras; e para a criação de dificuldades a fim de se venderem facilidades, como ocorrido nos Correios sob a influência de Erenice Guerra e herdeiros.
Dilma Rousseff e o PT se apresentam como vítimas de torpes acusações espalhadas pela internet.
O ponto nevrálgico dos ataques tem sido a lembrança de que a candidata já defendeu a legalização do aborto, tema que, infelizmente, tem servido para contaminar o debate político por crenças religiosas.
Até aqui, a campanha tem servido de alerta ao PT, alvejado por uma artilharia conhecida por militantes do partido: textos e filmes distribuídos pela internet.
Outro aspecto de todo este tiroteio é que parte da munição de que se valem grupos para atacar Dilma Rousseff é obtida em documentos oficiais.
Neste sentido, não se pode, a rigor, entender como calúnias algumas mensagens que circulam na rede de computadores. Afinal, como o governo Lula é um conglomerado de correntes ideológicas, com várias capitanias hereditárias distribuídas pela máquina pública, e algumas delas controladas por agrupamentos de esquerda autoritária, não é difícil encontrar propostas radicais, emanadas de dentro do governo, contrárias à Constituição.
Quem consultar a terceira versão do “Plano Nacional de Direitos Humanos”, assinado pelo próprio Lula, encontrará muito daquilo de que a candidata quer manter distância: descriminalização do aborto, censura à imprensa, ataque ao direito constitucional de propriedade etc.
A própria Dilma chegou a encaminhar à Justiça eleitoral parte desse plano como programa de seu governo. Diante da má repercussão, voltou atrás.
Haja o que houver, Lula paga hoje um preço por ter abrigado no governo correntes cujo projeto de país nada tem a ver com as aspirações das classes médias que aumentam de peso na sociedade brasileira.
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terça-feira, 24 de agosto de 2010
Pesquisa Sensus: Dilma venceria no 1ro Turno
Sensus reafirma vitória de Dilma no 1º turno
24/08/10 15:39
Uma nova pesquisa CNT/Sensus divulgada na manhã desta terça-feira (24) apontou novamente a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, liderando a corrida eleitoral para substituir o presidente Lula no Palácio da Alvorada. Dilma foi escolhida como opção de 46% dos eleitores, contra 28,1% do tucano José Serra (PSDB). Mantendo a terceira posição está a senadora Marina Silva (PV) com 8,1% das intenções de voto. Nulos, brancos e indecisos somaram 16,8%.
Pela pesquisa a margem de erro pode ser de 2,2 pontos percentuais para cima ou para baixo, sendo notado claramente o aumento no número de indecisos que eram de 14,3% na última pesquisa CNT/Sensus, onde a ex-ministra da Casa Civil liderava com 41,6%, Serra aparecia com 31,6% e Marina registrava 8,5%.
Segundo os analistas políticos essa é uma eleição que pode ser decidida no primeiro turno, pois, atualmente a candidata Dilma Rousseff tem 55,3% dos votos válidos e os demais candidatos somados aos votos nulos, brancos e dos indecisos têm 44,7%, o que
representaria uma soma maior da candidata do PT em relação a todos juntos.
A pesquisa divulgada nesta terça-feira trouxe também uma simulação em hipótese de segundo turno apenas entre a candidata petista e o tucano. Nessa situação Dilma aparece com 52,9%, contra 34% do ex-governador de São Paulo, José Serra. Os votos brancos, nulos e indecisos seriam de 13,%.
Rejeição
No quesito rejeição dos candidatos, os que apresentaram um significativo aumento foram Marina Silva e José Serra. Ambos aparecem com um crescimento da rejeição expressivo nesta pesquisa se comparada com a anterior. Na pesquisa, 40,7% dos entrevistados não votariam em Serra, enquanto que na edição anterior eles somavam 30,8%. Em relação
à Marina, 47,9% não votariam na ex-ministra do Meio Ambiente, contra 29,7% na pesquisa anterior.
Já a candidata do presidente Lula se manteve estável se relacionada a pesquisa anterior. Dilma apresentou uma média de rejeição de 28,9% e na pesquisa passada era de 25,3%, onde levando em conta a margem de erro, pode ser mantida a mesma rejeição. Por outro lado, Dilma subiu no quesito aceitação, quando os ouvidos na pesquisa disseram ser a petista a única candidata em quem votariam. Na aceitação ela aparece com 39,8% nesta pesquisa, quando na passada apenas 34,6% tinham a mesma opinião
Regiões
A pesquisa também avaliou o desempenho dos candidatos nas cinco regiões do país, onde a candidata petista Dilma aparece em primeiro lugar em quatro delas. A única em que a ex-ministra da Casa Civil perderia para o tucano Serra seria o Sul do país. Lá o ex-governador de São Paulo venceria as eleições com 47,8% dos votos, contra 35,7% de
Dilma, seguida por Marina, com 6,9%.
24/08/10 15:39
Uma nova pesquisa CNT/Sensus divulgada na manhã desta terça-feira (24) apontou novamente a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, liderando a corrida eleitoral para substituir o presidente Lula no Palácio da Alvorada. Dilma foi escolhida como opção de 46% dos eleitores, contra 28,1% do tucano José Serra (PSDB). Mantendo a terceira posição está a senadora Marina Silva (PV) com 8,1% das intenções de voto. Nulos, brancos e indecisos somaram 16,8%.
Pela pesquisa a margem de erro pode ser de 2,2 pontos percentuais para cima ou para baixo, sendo notado claramente o aumento no número de indecisos que eram de 14,3% na última pesquisa CNT/Sensus, onde a ex-ministra da Casa Civil liderava com 41,6%, Serra aparecia com 31,6% e Marina registrava 8,5%.
Segundo os analistas políticos essa é uma eleição que pode ser decidida no primeiro turno, pois, atualmente a candidata Dilma Rousseff tem 55,3% dos votos válidos e os demais candidatos somados aos votos nulos, brancos e dos indecisos têm 44,7%, o que
representaria uma soma maior da candidata do PT em relação a todos juntos.
A pesquisa divulgada nesta terça-feira trouxe também uma simulação em hipótese de segundo turno apenas entre a candidata petista e o tucano. Nessa situação Dilma aparece com 52,9%, contra 34% do ex-governador de São Paulo, José Serra. Os votos brancos, nulos e indecisos seriam de 13,%.
Rejeição
No quesito rejeição dos candidatos, os que apresentaram um significativo aumento foram Marina Silva e José Serra. Ambos aparecem com um crescimento da rejeição expressivo nesta pesquisa se comparada com a anterior. Na pesquisa, 40,7% dos entrevistados não votariam em Serra, enquanto que na edição anterior eles somavam 30,8%. Em relação
à Marina, 47,9% não votariam na ex-ministra do Meio Ambiente, contra 29,7% na pesquisa anterior.
Já a candidata do presidente Lula se manteve estável se relacionada a pesquisa anterior. Dilma apresentou uma média de rejeição de 28,9% e na pesquisa passada era de 25,3%, onde levando em conta a margem de erro, pode ser mantida a mesma rejeição. Por outro lado, Dilma subiu no quesito aceitação, quando os ouvidos na pesquisa disseram ser a petista a única candidata em quem votariam. Na aceitação ela aparece com 39,8% nesta pesquisa, quando na passada apenas 34,6% tinham a mesma opinião
Regiões
A pesquisa também avaliou o desempenho dos candidatos nas cinco regiões do país, onde a candidata petista Dilma aparece em primeiro lugar em quatro delas. A única em que a ex-ministra da Casa Civil perderia para o tucano Serra seria o Sul do país. Lá o ex-governador de São Paulo venceria as eleições com 47,8% dos votos, contra 35,7% de
Dilma, seguida por Marina, com 6,9%.
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sábado, 14 de agosto de 2010
Pesquisa eleitoral: Dilma passa Serra
Dilma passa Serra em Minas; tucano só lidera no Sul
Uirá Machado
Folha de S.Paulo, 14.08.2010
Petista cresce também nos outros 6 Estados pesquisados; no Rio, vantagem de ex-ministra sobe 10 pontos
São Paulo - Dilma Rousseff (PT) cresceu em todos o Estados pesquisados pelo Datafolha, passou José Serra (PSDB) em Minas Gerais e agora lidera nas regiões Nordeste e Sudeste. O tucano mantém a dianteira no Sul do país.
No levantamento anterior, feito de 20 a 23 de julho, o Sudeste estava dividido entre Dilma e Serra, com um Estado para cada um e Minas Gerais rachado entre os dois.
Agora, Dilma não só aumentou em dez pontos sua vantagem no Rio de Janeiro mas também é a mais votada entre os mineiros.
Dilma tem 41% das intenções de voto em Minas, contra 34% de Serra (estava 35% a 38%, respectivamente). O Estado é o segundo maior colégio eleitoral do país.
No Rio, terceiro colégio, onde Dilma tem 41% de intenção de voto, Serra aparece com 25% e já vê Marina Silva (PV) se aproximar, com 15%.
Em São Paulo, que concentra 30 milhões de eleitores (22% do eleitorado), Serra mantém a ponta, mas viu sua vantagem cair sete pontos.
O melhor desempenho de Dilma continua sendo em Pernambuco, onde ela também apresenta seu maior crescimento. A vantagem da petista sobre Serra entre os pernambucanos, que era de 15 pontos, agora é de 33. O Estado tem 6,3% do eleitorado.
O segundo maior crescimento de Dilma se deu na Bahia, quarto maior colégio eleitoral. A petista acrescentou 11 pontos à sua vantagem sobre Serra e agora tem 48% de intenção de voto entre os baianos, e o tucano, 26%.
Na região Sul do país, porto seguro de Serra, Dilma também cresceu, mas o tucano mantém a preferência entre gaúchos e paranaenses.
No Rio Grande do Sul, com 8,1 milhões de eleitores, Serra tem 43% de intenção de voto, e Dilma, 35%. A vantagem tucana, que era de 12 pontos, caiu para 8.
No Paraná, onde Serra tinha a maior vantagem no levantamento anterior (15 pontos), a distância também encurtou. Agora o tucano está sete pontos à frente de Dilma.
Uirá Machado
Folha de S.Paulo, 14.08.2010
Petista cresce também nos outros 6 Estados pesquisados; no Rio, vantagem de ex-ministra sobe 10 pontos
São Paulo - Dilma Rousseff (PT) cresceu em todos o Estados pesquisados pelo Datafolha, passou José Serra (PSDB) em Minas Gerais e agora lidera nas regiões Nordeste e Sudeste. O tucano mantém a dianteira no Sul do país.
No levantamento anterior, feito de 20 a 23 de julho, o Sudeste estava dividido entre Dilma e Serra, com um Estado para cada um e Minas Gerais rachado entre os dois.
Agora, Dilma não só aumentou em dez pontos sua vantagem no Rio de Janeiro mas também é a mais votada entre os mineiros.
Dilma tem 41% das intenções de voto em Minas, contra 34% de Serra (estava 35% a 38%, respectivamente). O Estado é o segundo maior colégio eleitoral do país.
No Rio, terceiro colégio, onde Dilma tem 41% de intenção de voto, Serra aparece com 25% e já vê Marina Silva (PV) se aproximar, com 15%.
Em São Paulo, que concentra 30 milhões de eleitores (22% do eleitorado), Serra mantém a ponta, mas viu sua vantagem cair sete pontos.
O melhor desempenho de Dilma continua sendo em Pernambuco, onde ela também apresenta seu maior crescimento. A vantagem da petista sobre Serra entre os pernambucanos, que era de 15 pontos, agora é de 33. O Estado tem 6,3% do eleitorado.
O segundo maior crescimento de Dilma se deu na Bahia, quarto maior colégio eleitoral. A petista acrescentou 11 pontos à sua vantagem sobre Serra e agora tem 48% de intenção de voto entre os baianos, e o tucano, 26%.
Na região Sul do país, porto seguro de Serra, Dilma também cresceu, mas o tucano mantém a preferência entre gaúchos e paranaenses.
No Rio Grande do Sul, com 8,1 milhões de eleitores, Serra tem 43% de intenção de voto, e Dilma, 35%. A vantagem tucana, que era de 12 pontos, caiu para 8.
No Paraná, onde Serra tinha a maior vantagem no levantamento anterior (15 pontos), a distância também encurtou. Agora o tucano está sete pontos à frente de Dilma.
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terça-feira, 10 de agosto de 2010
Pesquisas não servem às torcidas - Mario Paulino
Pesquisas não servem às torcidas
Mario Paulino, diretor do Datafolha
Folha de S.Paulo, 10.08.2010
AO MOSTRAR, em abril deste ano, que o tamanho da torcida do Corinthians estava, naquele momento, a apenas quatro pontos percentuais da do Flamengo, no limite do empate técnico, o Datafolha foi contestado por centenas de flamenguistas com argumentos frágeis e ameaças de todos os graus. Costumeiramente são esses, das torcidas, os números que geram mais polêmicas e reações genuinamente apaixonadas.
O empate técnico entre Serra e Dilma, apurado pelo instituto há duas semanas, elevou as reações políticas ao mesmo nível de agressividade dos argumentos típicos das arquibancadas. Neste caso, às ameaças e impropérios dos militantes, remunerados ou apaixonados, somam-se falácias técnicas elaboradas por pseudo-especialistas em pesquisa, que propagadas e repetidas à exaustão nos meios eletrônicos, são tomadas por muitos como verossímeis.
Esse processo de coerção não é novo para o Datafolha nem exclusividade dos consultores contratados pelo PT. Nos primeiros dez dias da disputa pelo segundo turno em 2006, enquanto o Datafolha mostrava sozinho que Geraldo Alckmin poderia ter menos votos do que havia obtido no primeiro, o PSDB levantou várias suspeitas embasadas em argumentos “técnicos” contra os métodos do Datafolha. Algumas foram repercutidas pelo próprio candidato do partido à Presidência em debate na TV.
Mais recentemente, na disputa pela Prefeitura do Rio em 2008, a ultrapassagem de Gabeira sobre Crivella, revelada pelo Datafolha antes mesmo das pesquisas internas dos partidos, também foi motivo de suspeitas infundadas sobre o instituto.
Não é, portanto, a primeira vez que o Datafolha destoa de seus concorrentes. Isto não quer dizer que esteja necessariamente certo ou errado em todos os resultados que divulga. É prudente, no entanto, que seus fundamentos metodológicos colocados à prova há 26 anos, sejam levados em conta.
Mas como o eleitor brasileiro deve ler resultados diferentes divulgados pelos institutos de pesquisa? Analisando os números sem viés partidário e informando-se sobre a atuação de cada instituto em eleições anteriores o que lhes confere reputação e credibilidade.
Por mais que alguns pesquisadores tentem fazer parecer o contrário, pesquisas não são preditivas, refletem resultados do momento em que são feitas, embutem erros determinados pelos limites estatísticos e seus resultados podem variar de acordo com os instrumentos utilizados nas entrevistas, como o questionário.
Muitas informações fundamentais para avaliar os números divulgados podem ser obtidas no site do TSE que disponibiliza os registros de cada pesquisa contendo informações específicas e instrumentos de coleta de cada instituto. O Datafolha posta em sua página na internet cruzamentos e bases estatísticas de todas as pesquisas que divulga e defende que essa prática seja obrigatória.
Como os resultados de pesquisas, amplamente divulgados, estão entre os principais fatores de captação de recursos para as campanhas, aposta-se na confusão e na distorção para amenizar ou potencializar possíveis prejuízos. Cabe aos analistas independentes a missão de reconhecer o viés partidário das afirmações propagadas.
Quem frequenta estádios e quem produz pesquisas sabe que torcidas organizadas, por vezes, viram as costas para a partida e mergulham em seus próprios cânticos, perdendo a razão e o próprio jogo.
Mario Paulino, diretor do Datafolha
Folha de S.Paulo, 10.08.2010
AO MOSTRAR, em abril deste ano, que o tamanho da torcida do Corinthians estava, naquele momento, a apenas quatro pontos percentuais da do Flamengo, no limite do empate técnico, o Datafolha foi contestado por centenas de flamenguistas com argumentos frágeis e ameaças de todos os graus. Costumeiramente são esses, das torcidas, os números que geram mais polêmicas e reações genuinamente apaixonadas.
O empate técnico entre Serra e Dilma, apurado pelo instituto há duas semanas, elevou as reações políticas ao mesmo nível de agressividade dos argumentos típicos das arquibancadas. Neste caso, às ameaças e impropérios dos militantes, remunerados ou apaixonados, somam-se falácias técnicas elaboradas por pseudo-especialistas em pesquisa, que propagadas e repetidas à exaustão nos meios eletrônicos, são tomadas por muitos como verossímeis.
Esse processo de coerção não é novo para o Datafolha nem exclusividade dos consultores contratados pelo PT. Nos primeiros dez dias da disputa pelo segundo turno em 2006, enquanto o Datafolha mostrava sozinho que Geraldo Alckmin poderia ter menos votos do que havia obtido no primeiro, o PSDB levantou várias suspeitas embasadas em argumentos “técnicos” contra os métodos do Datafolha. Algumas foram repercutidas pelo próprio candidato do partido à Presidência em debate na TV.
Mais recentemente, na disputa pela Prefeitura do Rio em 2008, a ultrapassagem de Gabeira sobre Crivella, revelada pelo Datafolha antes mesmo das pesquisas internas dos partidos, também foi motivo de suspeitas infundadas sobre o instituto.
Não é, portanto, a primeira vez que o Datafolha destoa de seus concorrentes. Isto não quer dizer que esteja necessariamente certo ou errado em todos os resultados que divulga. É prudente, no entanto, que seus fundamentos metodológicos colocados à prova há 26 anos, sejam levados em conta.
Mas como o eleitor brasileiro deve ler resultados diferentes divulgados pelos institutos de pesquisa? Analisando os números sem viés partidário e informando-se sobre a atuação de cada instituto em eleições anteriores o que lhes confere reputação e credibilidade.
Por mais que alguns pesquisadores tentem fazer parecer o contrário, pesquisas não são preditivas, refletem resultados do momento em que são feitas, embutem erros determinados pelos limites estatísticos e seus resultados podem variar de acordo com os instrumentos utilizados nas entrevistas, como o questionário.
Muitas informações fundamentais para avaliar os números divulgados podem ser obtidas no site do TSE que disponibiliza os registros de cada pesquisa contendo informações específicas e instrumentos de coleta de cada instituto. O Datafolha posta em sua página na internet cruzamentos e bases estatísticas de todas as pesquisas que divulga e defende que essa prática seja obrigatória.
Como os resultados de pesquisas, amplamente divulgados, estão entre os principais fatores de captação de recursos para as campanhas, aposta-se na confusão e na distorção para amenizar ou potencializar possíveis prejuízos. Cabe aos analistas independentes a missão de reconhecer o viés partidário das afirmações propagadas.
Quem frequenta estádios e quem produz pesquisas sabe que torcidas organizadas, por vezes, viram as costas para a partida e mergulham em seus próprios cânticos, perdendo a razão e o próprio jogo.
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sábado, 24 de julho de 2010
Divergencias entre pesquisas eleitorais
Dramática divergência entre pesquisas eleitorais. Pesquisa Datafolha publicada hoje (24/07/2020) indica empare técnico entre Serra e Dilma (com um ponto de vantagem para Serra). Pesquisa da Vox Populi publicada ontem (23/07/2010) indica vantagem de oito pontos para Dilma.
Observação : a empresa Vox Populi é contratada da campanha de Dilma, o que leva muitos observadores a colocar em dúvida a sua isenção nas pesquisas voltadas para a atual campanha.
Datafolha: Serra e Dilma estão empatados
24/07/2010 | 07:04
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado indica empate técnico na disputa presidencial, ao contrário do que mostrou levantamento do instituto Vox Populi, que registra vantagem de oito pontos percentuais da candidata Dilma Rousseff (PT) sobre José Serra (PSDB). Pelo Datafolha, o tucano está ligeiramente à fente, com 37%, contra 36% para Dlma Rousseff. Marina Silva tem 10%. Na pesquisa anterior, divulgada há um mês, Serra tinha 39% das intenções de voto, Dlma 29%. Em uma simulação de segundo turno, a situação se inverte, mas permanece rigoroso empate técnico: Dilma tem 46%, Serra 45%. O Datafolha também apurou o índice de rejeição dos candidatos: 26% dos entrevistas afirmam que jamais votariam em Serra, contra 19% para Dilma e 13% para Marina.
Dilma abre vantagem de 8% para Serra
23/07/2010 | 20:06
A candidata à Presidência, Dilma Rousseff (PT) disparou na liderança da disputa. É o que informa a pesquisa Vox Populi, mais recente, divulgada nesta sexta (23). Tanto no primeiro quanto no segundo turno, Dilma abriu 8 pontos de vantagem em relação ao seu adversário, José Serra (PSDB). A margem de erro é de 1,8 pontos. No primeiro turno, na pesquisa estimulada, a candidata aparece com 41% das intenções de voto, seguida por Serra com 33% e Marina Silva (PV) com 8%. Na pesquisa espontânea, Dilma tem 28%, Serra 21% e Marina 4%. Já na simulação do segundo turno, Dilma também aparece com 8% de vantagem. A pesquisa foi feita entre os dias 17 e 20 de julho. Na última pesquisa divulgada pelo Vox Populi,realizada entre os dias 10 e 13 de julho, Dilma já havia aberto vantagem de sete pontos percentuais em relação a Serra.
Observação : a empresa Vox Populi é contratada da campanha de Dilma, o que leva muitos observadores a colocar em dúvida a sua isenção nas pesquisas voltadas para a atual campanha.
Datafolha: Serra e Dilma estão empatados
24/07/2010 | 07:04
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado indica empate técnico na disputa presidencial, ao contrário do que mostrou levantamento do instituto Vox Populi, que registra vantagem de oito pontos percentuais da candidata Dilma Rousseff (PT) sobre José Serra (PSDB). Pelo Datafolha, o tucano está ligeiramente à fente, com 37%, contra 36% para Dlma Rousseff. Marina Silva tem 10%. Na pesquisa anterior, divulgada há um mês, Serra tinha 39% das intenções de voto, Dlma 29%. Em uma simulação de segundo turno, a situação se inverte, mas permanece rigoroso empate técnico: Dilma tem 46%, Serra 45%. O Datafolha também apurou o índice de rejeição dos candidatos: 26% dos entrevistas afirmam que jamais votariam em Serra, contra 19% para Dilma e 13% para Marina.
Dilma abre vantagem de 8% para Serra
23/07/2010 | 20:06
A candidata à Presidência, Dilma Rousseff (PT) disparou na liderança da disputa. É o que informa a pesquisa Vox Populi, mais recente, divulgada nesta sexta (23). Tanto no primeiro quanto no segundo turno, Dilma abriu 8 pontos de vantagem em relação ao seu adversário, José Serra (PSDB). A margem de erro é de 1,8 pontos. No primeiro turno, na pesquisa estimulada, a candidata aparece com 41% das intenções de voto, seguida por Serra com 33% e Marina Silva (PV) com 8%. Na pesquisa espontânea, Dilma tem 28%, Serra 21% e Marina 4%. Já na simulação do segundo turno, Dilma também aparece com 8% de vantagem. A pesquisa foi feita entre os dias 17 e 20 de julho. Na última pesquisa divulgada pelo Vox Populi,realizada entre os dias 10 e 13 de julho, Dilma já havia aberto vantagem de sete pontos percentuais em relação a Serra.
domingo, 4 de julho de 2010
Pesquisas eleitorais - Datafolha e Ibope
Sucessão.
Ibope confirma Serra e Dilma empatados às vésperas da largada
Daniel Bramatti
O Estado de S.Paulo, 04 de julho de 2010
Ambos tem 39% das intenções de voto, segundo sondagem encomendada pela Associação Comercial de SP; números, praticamente iguais aos do Datafolha, vêm após tucano ganhar destaque em anúncios exibidos em rede nacional de rádio e TV
Às vésperas do início oficial das campanhas eleitorais, a petista Dilma Rousseff e o tucano José Serra aparecem empatados na corrida presidencial. Ambos têm 39% das intenções de voto, segundo pesquisa Ibope encomendada pela Associação Comercial de São Paulo.
A pesquisa, feita após Serra ganhar destaque em 20 anúncios de 30 segundos do PSDB, exibidos em rede nacional de rádio e televisão, confirma o cenário captado nos últimos dias pelo instituto Datafolha, que também apontou um empate técnico entre os presidenciáveis: Serra com 39% e Dilma com 38%.
Há pouco mais de uma semana, o Ibope havia divulgado a primeira pesquisa em que a candidata do PT aparecia como líder isolada, com cinco pontos porcentuais de vantagem em relação ao adversário. Desde então, o tucano subiu quatro pontos porcentuais e Dilma oscilou negativamente um ponto. A candidata do PV, Marina Silva, apenas oscilou de 9% para 10%.
O empate entre os dois principais candidatos à Presidência persiste na simulação de segundo turno ? ambos aparecem com 43% das intenções de voto.
Dilma está à frente, porém, no quesito expectativa de vitória. Para 45% dos entrevistados, ela será a próxima presidente da República. Outros 34% preveem que Serra será o vencedor.
Gêneros e regiões. O candidato do PSDB voltou a se distanciar de Dilma no eleitorado feminino ? nesse segmento, o tucano lidera por 46% a 39%. A pesquisa Ibope realizada entre os dias 18 e 21 de junho mostrava, pela primeira vez, um empate entre os dois principais adversários entre as mulheres. Entre os homens, é a petista quem leva vantagem, por 48% a 39%.
O tucano também se descolou da adversária na região Sudeste, onde voltou a ocupar a liderança isolada, com 41% a 34%.
No Norte/Centro-Oeste, Serra virou o jogo: perdia por 40% a 34% e agora lidera por 43% a 35%. Na Região Sul, o tucano vence por 45% a 37%.
Dilma está à frente apenas no Nordeste (50% a 30%). Oscilações significativas nos resultados regionais não são incomuns. Como o número de entrevistas é relativamente pequeno em cada região, as margens de erro nesse quesito são grandes.
Palanque eletrônico. O Ibope mediu o impacto da propaganda partidária exibida recentemente, que foi utilizada pelos candidatos como plataforma para se promover.
Um terço dos entrevistados lembrou ter visto propagandas do candidato tucano nas duas semanas anteriores ao levantamento. No caso de Dilma, esse índice foi de 27%.
Todos os dados se referem ao cenário em que são apresentados aos entrevistados apenas os nomes dos três principais concorrentes à eleição. Quando os chamados "nanicos" são incluídos no levantamento, Serra e Dilma empatam em 36% e Marina fica com 8%.
A pesquisa ainda incluiu os nomes de Ciro Moura (PTC) e Mário de Oliveira (PT do B), que desistiram de concorrer às vésperas do prazo final para as convenções partidárias. Ontem, o PSL anunciou que Américo de Souza também não será mais candidato, o que reduziu o número de presidenciáveis para dez.
Na pesquisa espontânea, aquela em que os eleitores manifestam asua preferência antes de ler a lista de candidatos, Dilma lidera com 22% das intenções de voto. Serra vem a seguir, com 17%. Ainda há 12% de eleitores que citam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como o seu nome favorito, apesar de ele não ser candidato para o próximo pleito.
A três meses do primeiro turno, pouco mais da metade da população afirma ter "muito interesse" ou "interesse médio" pelas eleições. Nada menos que 44% admitem ter pouco ou nenhum interesse pela questão.
Ibope confirma Serra e Dilma empatados às vésperas da largada
Daniel Bramatti
O Estado de S.Paulo, 04 de julho de 2010
Ambos tem 39% das intenções de voto, segundo sondagem encomendada pela Associação Comercial de SP; números, praticamente iguais aos do Datafolha, vêm após tucano ganhar destaque em anúncios exibidos em rede nacional de rádio e TV
Às vésperas do início oficial das campanhas eleitorais, a petista Dilma Rousseff e o tucano José Serra aparecem empatados na corrida presidencial. Ambos têm 39% das intenções de voto, segundo pesquisa Ibope encomendada pela Associação Comercial de São Paulo.
A pesquisa, feita após Serra ganhar destaque em 20 anúncios de 30 segundos do PSDB, exibidos em rede nacional de rádio e televisão, confirma o cenário captado nos últimos dias pelo instituto Datafolha, que também apontou um empate técnico entre os presidenciáveis: Serra com 39% e Dilma com 38%.
Há pouco mais de uma semana, o Ibope havia divulgado a primeira pesquisa em que a candidata do PT aparecia como líder isolada, com cinco pontos porcentuais de vantagem em relação ao adversário. Desde então, o tucano subiu quatro pontos porcentuais e Dilma oscilou negativamente um ponto. A candidata do PV, Marina Silva, apenas oscilou de 9% para 10%.
O empate entre os dois principais candidatos à Presidência persiste na simulação de segundo turno ? ambos aparecem com 43% das intenções de voto.
Dilma está à frente, porém, no quesito expectativa de vitória. Para 45% dos entrevistados, ela será a próxima presidente da República. Outros 34% preveem que Serra será o vencedor.
Gêneros e regiões. O candidato do PSDB voltou a se distanciar de Dilma no eleitorado feminino ? nesse segmento, o tucano lidera por 46% a 39%. A pesquisa Ibope realizada entre os dias 18 e 21 de junho mostrava, pela primeira vez, um empate entre os dois principais adversários entre as mulheres. Entre os homens, é a petista quem leva vantagem, por 48% a 39%.
O tucano também se descolou da adversária na região Sudeste, onde voltou a ocupar a liderança isolada, com 41% a 34%.
No Norte/Centro-Oeste, Serra virou o jogo: perdia por 40% a 34% e agora lidera por 43% a 35%. Na Região Sul, o tucano vence por 45% a 37%.
Dilma está à frente apenas no Nordeste (50% a 30%). Oscilações significativas nos resultados regionais não são incomuns. Como o número de entrevistas é relativamente pequeno em cada região, as margens de erro nesse quesito são grandes.
Palanque eletrônico. O Ibope mediu o impacto da propaganda partidária exibida recentemente, que foi utilizada pelos candidatos como plataforma para se promover.
Um terço dos entrevistados lembrou ter visto propagandas do candidato tucano nas duas semanas anteriores ao levantamento. No caso de Dilma, esse índice foi de 27%.
Todos os dados se referem ao cenário em que são apresentados aos entrevistados apenas os nomes dos três principais concorrentes à eleição. Quando os chamados "nanicos" são incluídos no levantamento, Serra e Dilma empatam em 36% e Marina fica com 8%.
A pesquisa ainda incluiu os nomes de Ciro Moura (PTC) e Mário de Oliveira (PT do B), que desistiram de concorrer às vésperas do prazo final para as convenções partidárias. Ontem, o PSL anunciou que Américo de Souza também não será mais candidato, o que reduziu o número de presidenciáveis para dez.
Na pesquisa espontânea, aquela em que os eleitores manifestam asua preferência antes de ler a lista de candidatos, Dilma lidera com 22% das intenções de voto. Serra vem a seguir, com 17%. Ainda há 12% de eleitores que citam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como o seu nome favorito, apesar de ele não ser candidato para o próximo pleito.
A três meses do primeiro turno, pouco mais da metade da população afirma ter "muito interesse" ou "interesse médio" pelas eleições. Nada menos que 44% admitem ter pouco ou nenhum interesse pela questão.
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sexta-feira, 2 de julho de 2010
Pesquisas eleitorais - Datafolha (junho 2010)
DATAFOLHA: SERRA 39%, DILMA 38%, MARINA 10%!
1. Em maio, ambos tinham 37%. A exposição de Serra na TV não alterou o quadro, assim como a menor exposição decidida pela campanha de Dilma. Num eventual segundo turno, Serra teria 47% e Dilma 45%.
2. Quanto à expectativa de vitória, Dilma tem 43% e Serra 33%. Esse é um indicador de maior mobilização nas bases da candidatura de Dilma e um indicador do que deve fazer a candidatura de oposição.
3. Nas duas macroregiões onde um e outro lideram (Nordeste-Norte-CO, Dilma; e Sul-Sudeste, Serra), a pesquisa mostra uma acentuação dessa tendência com Dilma crescendo na sua e Serra na dele.
PRIORIDADE DO PT É ELEIÇÃO PRESIDENCIAL!
1. Ontem, este Ex-Blog comentava isso. PT atropelou onde tinha que atropelar para garantir prioridade a eleição presidencial.
2. (blog Fernando Rodrigues-UOL, 01) PT terá seu menor nº de candidatos a governador. Só 10 petistas concorrem a governos estaduais; tucanos terão 16. Em 2002, quando elegeu Lula pela primeira vez para o Planalto, o PT teve candidatos próprios em 24 das 27 unidades da Federação. Já em 2006, quando o arco de alianças tinha crescido, só houve petistas disputando cargos de governador em 13 UFs. Agora, serão 10.
1. Em maio, ambos tinham 37%. A exposição de Serra na TV não alterou o quadro, assim como a menor exposição decidida pela campanha de Dilma. Num eventual segundo turno, Serra teria 47% e Dilma 45%.
2. Quanto à expectativa de vitória, Dilma tem 43% e Serra 33%. Esse é um indicador de maior mobilização nas bases da candidatura de Dilma e um indicador do que deve fazer a candidatura de oposição.
3. Nas duas macroregiões onde um e outro lideram (Nordeste-Norte-CO, Dilma; e Sul-Sudeste, Serra), a pesquisa mostra uma acentuação dessa tendência com Dilma crescendo na sua e Serra na dele.
PRIORIDADE DO PT É ELEIÇÃO PRESIDENCIAL!
1. Ontem, este Ex-Blog comentava isso. PT atropelou onde tinha que atropelar para garantir prioridade a eleição presidencial.
2. (blog Fernando Rodrigues-UOL, 01) PT terá seu menor nº de candidatos a governador. Só 10 petistas concorrem a governos estaduais; tucanos terão 16. Em 2002, quando elegeu Lula pela primeira vez para o Planalto, o PT teve candidatos próprios em 24 das 27 unidades da Federação. Já em 2006, quando o arco de alianças tinha crescido, só houve petistas disputando cargos de governador em 13 UFs. Agora, serão 10.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Pesquisas Eleitorais - Dilma Avanca, Serra parou
Ibope: Dilma Rousseff (PT) 40% x 35% José Serra (PSDB)
A 2ª pesquisa CNI/Ibope do ano foi divulgada hoje (23.jun.2010): Dilma Rousseff (PT) tem 40% das intenções de voto, contra 35% de José Serra (PSDB). Marina Silva (PV) aparece com 9%.
A sondagem foi feita de 19 a 21.jun.2010 com 2.002 eleitores em 140 municípios. Está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o n° 16292/2010. Sua margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Com relação à última pesquisa CNI/Ibope (realizada de 6 a 10.mar.2010), Dilma Rousseff (PT) cresceu 7 pontos percentuais (saiu de 33% e alcançou 40%). José Serra caiu 3 pontos (de 38% para 35%). Marina Silva tinha 8% e oscilou 1 ponto para cima, dentro da margem de erro. Aqui, quadro com todas as pesquisas de intenção de voto para a eleição presidencial.
2° turno
A pesquisa também avaliou uma hipótese de 2° turno: Dilma teria 45% dos votos; Serra teria 38%. Aqui, sondagens anteriores sobre o 2° turno da eleição presidencial.
==========
Sul e Sudeste estão com Serra. Estados atrasados estão com Dilma.
Pesquisa Ibope no Sul
- José Serra, 42%
- Dilma Roussef, 34%
Pesquisa Ibope no Sudeste (SP, Rio, ES e Minas)
Dilma Roussef, 37,5%
José Serra, 36,5%
Pesquisa Ibope sobre escolaridade e renda
A pesquisa demonstra que o eleitor menos instruído e mais pobre é o que mais vota em Dilma.
- Isto significa que nas regiões e junto aos eleitores mais atrasados, antigamente domínio dos coronéis da Arena, dão vantagem à candidata do PT. Neles predomina o mando de Lula, com 56% a 57% de curvatura.
===================
Tucano só lidera no Sul e entre os mais ricos, diz Ibope
No Sudeste, Dilma tem 37% contra 36% do tucano; nas demais regiões, sua vantagem varia de 6 a 17 pontos
DE BRASÍLIA
O tucano José Serra mantém vantagem sobre a petista Dilma Rousseff só na região Sul e na faixa da população com renda per capita de mais de dez salários mínimos, mostra detalhamento divulgado ontem da pesquisa Ibope encomendada pela CNI.
O levantamento, cujos dados gerais foram divulgados anteontem, mostrou pela primeira vez a candidata do PT à frente de Serra -40% das intenções de voto contra 35%. Marina Silva (PV) obteve 9%.
A estratificação por região aponta que no Sul, onde Dilma construiu sua carreira política, Serra tem 42%, contra 34% da petista. No Sudeste, onde Serra foi prefeito e governador e sustentava vantagem até então, a situação agora é de empate dentro da margem de erro, de dois pontos (37% a 36% para Dilma).
No Nordeste, no Centro-Oeste e no Norte, ela lidera, com vantagens que vão de 6 a 17 pontos percentuais.
Já o eleitorado mais rico registra a maior vantagem pró-Serra, de 16 pontos percentuais (43% a 27%). É nessa faixa que Dilma é mais rejeitada: 41% dizem que não votarão na petista, contra 23% da média geral do eleitorado.
Serra e Marina apresentaram rejeição similar (30% e 29%, respectivamente), sendo que a candidata do PV tem o maior índice no eleitorado do Nordeste: 34% dizem que não votariam nela.
Já a resistência a Serra é mais forte na faixa de renda per capita entre 5 e 10 salários mínimos (35%).
A pesquisa revela que os eleitores com ensino fundamental, os do Nordeste e os com menor renda são os mais inclinados a seguir a indicação de Lula, que apoia Dilma.
Após almoço ontem com Dilma, o chefe de gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho, disse que Lula ficou com a cara "malandramente feliz" ao ser informado do resultado da pesquisa.
"Ontem [anteontem], o Lulinha estava com a cara malandramente feliz. Essa pesquisa tem um resultado muito positivo. Nós ficamos satisfeitos porque mostra que a nossa estratégia está dando certo. Mas ainda temos muito trabalho a fazer", disse. (RANIER BRAGON E MÁRCIO FALCÃO)
A 2ª pesquisa CNI/Ibope do ano foi divulgada hoje (23.jun.2010): Dilma Rousseff (PT) tem 40% das intenções de voto, contra 35% de José Serra (PSDB). Marina Silva (PV) aparece com 9%.
A sondagem foi feita de 19 a 21.jun.2010 com 2.002 eleitores em 140 municípios. Está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o n° 16292/2010. Sua margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Com relação à última pesquisa CNI/Ibope (realizada de 6 a 10.mar.2010), Dilma Rousseff (PT) cresceu 7 pontos percentuais (saiu de 33% e alcançou 40%). José Serra caiu 3 pontos (de 38% para 35%). Marina Silva tinha 8% e oscilou 1 ponto para cima, dentro da margem de erro. Aqui, quadro com todas as pesquisas de intenção de voto para a eleição presidencial.
2° turno
A pesquisa também avaliou uma hipótese de 2° turno: Dilma teria 45% dos votos; Serra teria 38%. Aqui, sondagens anteriores sobre o 2° turno da eleição presidencial.
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Sul e Sudeste estão com Serra. Estados atrasados estão com Dilma.
Pesquisa Ibope no Sul
- José Serra, 42%
- Dilma Roussef, 34%
Pesquisa Ibope no Sudeste (SP, Rio, ES e Minas)
Dilma Roussef, 37,5%
José Serra, 36,5%
Pesquisa Ibope sobre escolaridade e renda
A pesquisa demonstra que o eleitor menos instruído e mais pobre é o que mais vota em Dilma.
- Isto significa que nas regiões e junto aos eleitores mais atrasados, antigamente domínio dos coronéis da Arena, dão vantagem à candidata do PT. Neles predomina o mando de Lula, com 56% a 57% de curvatura.
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Tucano só lidera no Sul e entre os mais ricos, diz Ibope
No Sudeste, Dilma tem 37% contra 36% do tucano; nas demais regiões, sua vantagem varia de 6 a 17 pontos
DE BRASÍLIA
O tucano José Serra mantém vantagem sobre a petista Dilma Rousseff só na região Sul e na faixa da população com renda per capita de mais de dez salários mínimos, mostra detalhamento divulgado ontem da pesquisa Ibope encomendada pela CNI.
O levantamento, cujos dados gerais foram divulgados anteontem, mostrou pela primeira vez a candidata do PT à frente de Serra -40% das intenções de voto contra 35%. Marina Silva (PV) obteve 9%.
A estratificação por região aponta que no Sul, onde Dilma construiu sua carreira política, Serra tem 42%, contra 34% da petista. No Sudeste, onde Serra foi prefeito e governador e sustentava vantagem até então, a situação agora é de empate dentro da margem de erro, de dois pontos (37% a 36% para Dilma).
No Nordeste, no Centro-Oeste e no Norte, ela lidera, com vantagens que vão de 6 a 17 pontos percentuais.
Já o eleitorado mais rico registra a maior vantagem pró-Serra, de 16 pontos percentuais (43% a 27%). É nessa faixa que Dilma é mais rejeitada: 41% dizem que não votarão na petista, contra 23% da média geral do eleitorado.
Serra e Marina apresentaram rejeição similar (30% e 29%, respectivamente), sendo que a candidata do PV tem o maior índice no eleitorado do Nordeste: 34% dizem que não votariam nela.
Já a resistência a Serra é mais forte na faixa de renda per capita entre 5 e 10 salários mínimos (35%).
A pesquisa revela que os eleitores com ensino fundamental, os do Nordeste e os com menor renda são os mais inclinados a seguir a indicação de Lula, que apoia Dilma.
Após almoço ontem com Dilma, o chefe de gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho, disse que Lula ficou com a cara "malandramente feliz" ao ser informado do resultado da pesquisa.
"Ontem [anteontem], o Lulinha estava com a cara malandramente feliz. Essa pesquisa tem um resultado muito positivo. Nós ficamos satisfeitos porque mostra que a nossa estratégia está dando certo. Mas ainda temos muito trabalho a fazer", disse. (RANIER BRAGON E MÁRCIO FALCÃO)
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segunda-feira, 14 de junho de 2010
Pesquisas Eleitorais - cruzamentos
10 questões garimpadas nos cruzamentos da pesquisa Ibope
por Jose Roberto de Toledo, Blogs Estadão
Seção: Eleição para presidente
10.junho.2010 21:04:18
1) Para quem vão os 12% de eleitores que declaram espontaneamente intenção de votar em Lula?
Ao contrário do que os petistas poderiam supor, apenas 48% optam por Dilma Rousseff (PT) quando são confrontados com a lista de candidatos. E surpreendentes 29% preferem José Serra (PSDB). Outros 10% vão para Marina Silva (PV).
2) Como se dividiriam os 9% de eleitores de Marina Silva (PV) em um 2º turno entre Serra e Dilma?
Hoje, Dilma ficaria com uma parcela ligeiramente maior: 40%, contra 32% de Serra. Mas 21% votariam em branco ou anulariam seu voto.
3) Quem é mais fiel a seus candidatos: tucanos ou petistas?
Hoje, 71% dos eleitores que declaram preferência pelo PT votariam em Dilma. A fidelidade entre os simpatizantes do PSDB é proporcionalmente maior: 81% votariam em Serra. Mas há 29% de petistas contra apenas 6% de tucanos.
4) O PMDB deve fechar aliança com o PT na eleição presidencial, mas como votam seus simpatizantes?
Entre os 8% do eleitorado nacional que se declaram peemedebistas, Serra bate Dilma por 62% a 19%. Entre os 45% de sem-partido, o tucano venceria hoje a petista por 38% a 26%.
5) Se Serra ganha entre tucanos, peemedebistas e nos sem-partido, como é que Dilma empata com ele no total?
Nada menos do que 55% dos votos de Dilma vêm dos petistas. E outros 32% vêm dos sem-partido, principalmente daqueles que são fãs de Lula, mas não são petistas.
6) Como a religião influencia o voto para presidente?
Para Serra e Dilma, não faz diferença. Católicos e evangélicos se distribuem na mesma proporção do eleitorado total entre os dois líderes da corrida presidencial. Mas a evangélica Marina tem proporcionalmente mais eleitores de sua religião (12%) do que de católicos (8%).
7) Que impacto têm os programas sociais federais nos eleitores de Serra e de Dilma?
Para a petista, 35 em cada 100 de seus eleitores se beneficiam diretamente de programas como o Bolsa Família ou moram com algum beneficiário. Para o tucano, essa relação é menor, mas ainda significativa: 27 para 100. Detalhe importante: 1 em cada 3 indecisos é beneficiário direto ou indireto desses programas.
8.) As mulheres votam mais em Serra porque rejeitam Dilma?
Não. A taxa de rejeição da petista entre o eleitorado feminino (18%) é praticamente igual à verificada entre os homens (19%). Dilma tem 8 pontos porcentuais a menos entre as mulheres provavelmente porque é menos conhecida entre elas.
Serra, por sua vez, tem 3 pontos a mais entre as mulheres provavelmente porque é menos rejeitado pelas eleitoras (22%) do que pelos eleitores (27%).
9) Em quem votam os eleitores que rejeitam Serra ou Dilma?
Dos 19% que não votariam em Dilma de jeito nenhum, 70% declaram intenção de eleger Serra, 13% votam em Marina e 16% pretendem anular ou votar em branco.
Dos 24% que não votariam em Serra de jeito nenhum, 70% declaram preferência por Dilma, 12% votam em Marina e 14% devem anular ou votar em branco.
10) De onde veio o crescimento de Dilma que levou-a a empatar com Serra?
Entre abril e junho, Dilma cresceu 10 pontos porcentuais, de 51% para 60%, entre eleitores que acham o governo Lula ótimo. Ao mesmo tempo, Serra perdeu 8 pontos nesse segmento, que representa 27% do total do eleitorado. Esses fãs de Lula se concentram nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste.
por Jose Roberto de Toledo, Blogs Estadão
Seção: Eleição para presidente
10.junho.2010 21:04:18
1) Para quem vão os 12% de eleitores que declaram espontaneamente intenção de votar em Lula?
Ao contrário do que os petistas poderiam supor, apenas 48% optam por Dilma Rousseff (PT) quando são confrontados com a lista de candidatos. E surpreendentes 29% preferem José Serra (PSDB). Outros 10% vão para Marina Silva (PV).
2) Como se dividiriam os 9% de eleitores de Marina Silva (PV) em um 2º turno entre Serra e Dilma?
Hoje, Dilma ficaria com uma parcela ligeiramente maior: 40%, contra 32% de Serra. Mas 21% votariam em branco ou anulariam seu voto.
3) Quem é mais fiel a seus candidatos: tucanos ou petistas?
Hoje, 71% dos eleitores que declaram preferência pelo PT votariam em Dilma. A fidelidade entre os simpatizantes do PSDB é proporcionalmente maior: 81% votariam em Serra. Mas há 29% de petistas contra apenas 6% de tucanos.
4) O PMDB deve fechar aliança com o PT na eleição presidencial, mas como votam seus simpatizantes?
Entre os 8% do eleitorado nacional que se declaram peemedebistas, Serra bate Dilma por 62% a 19%. Entre os 45% de sem-partido, o tucano venceria hoje a petista por 38% a 26%.
5) Se Serra ganha entre tucanos, peemedebistas e nos sem-partido, como é que Dilma empata com ele no total?
Nada menos do que 55% dos votos de Dilma vêm dos petistas. E outros 32% vêm dos sem-partido, principalmente daqueles que são fãs de Lula, mas não são petistas.
6) Como a religião influencia o voto para presidente?
Para Serra e Dilma, não faz diferença. Católicos e evangélicos se distribuem na mesma proporção do eleitorado total entre os dois líderes da corrida presidencial. Mas a evangélica Marina tem proporcionalmente mais eleitores de sua religião (12%) do que de católicos (8%).
7) Que impacto têm os programas sociais federais nos eleitores de Serra e de Dilma?
Para a petista, 35 em cada 100 de seus eleitores se beneficiam diretamente de programas como o Bolsa Família ou moram com algum beneficiário. Para o tucano, essa relação é menor, mas ainda significativa: 27 para 100. Detalhe importante: 1 em cada 3 indecisos é beneficiário direto ou indireto desses programas.
8.) As mulheres votam mais em Serra porque rejeitam Dilma?
Não. A taxa de rejeição da petista entre o eleitorado feminino (18%) é praticamente igual à verificada entre os homens (19%). Dilma tem 8 pontos porcentuais a menos entre as mulheres provavelmente porque é menos conhecida entre elas.
Serra, por sua vez, tem 3 pontos a mais entre as mulheres provavelmente porque é menos rejeitado pelas eleitoras (22%) do que pelos eleitores (27%).
9) Em quem votam os eleitores que rejeitam Serra ou Dilma?
Dos 19% que não votariam em Dilma de jeito nenhum, 70% declaram intenção de eleger Serra, 13% votam em Marina e 16% pretendem anular ou votar em branco.
Dos 24% que não votariam em Serra de jeito nenhum, 70% declaram preferência por Dilma, 12% votam em Marina e 14% devem anular ou votar em branco.
10) De onde veio o crescimento de Dilma que levou-a a empatar com Serra?
Entre abril e junho, Dilma cresceu 10 pontos porcentuais, de 51% para 60%, entre eleitores que acham o governo Lula ótimo. Ao mesmo tempo, Serra perdeu 8 pontos nesse segmento, que representa 27% do total do eleitorado. Esses fãs de Lula se concentram nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste.
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terça-feira, 8 de junho de 2010
Novas pesquisas eleitorais: empate Dilma-Serra
Ibope: Serra e Dilma estão empatados com 37% das intenções de voto
UOL Eleições, 05/06/2010
Em São Paulo
Os pré-candidatos à Presidência da República José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) estão empatados com 37% das intenções de voto, segundo a pesquisa Ibope divulgada neste sábado (5). O levantamento foi contratado pela "Rede Globo" e pelo jornal "O Estado de São Paulo".
Marina Silva, pré-candidata pelo PV, aparece com 9%. Votos brancos e nulos somam 9% e os indecisos, 8%.
A pesquisa ainda analisou o índice de rejeição dos candidatos. Questionados em qual candidato não votariam de jeito nenhum, 24% dos eleitores disseram o nome de Serra, 19% o de Dilma e 15% citaram Marina.
Numa simulação do segundo turno das eleições entre Serra e Dilma, ambos aparecem novamente empatados com 42%. Votos brancos e nulos somam 9% e os indecisos, 7%.
Governo Lula tem 86% de aprovação
O Ibope também ouviu a opinião dos eleitores sobre o governo Lula. Dos entrevistados, 86% aprovam a atual administração, contra 11% que disseram desaprovar. Ainda conforme a pesquisa, 75% consideram o governo Lula ótimo ou bom ; 20% regular e 5% ruim ou péssimo.
De zero a dez, o presidente Lula recebeu nota média de 7,8 dos entrevistados. A pesquisa Ibope entrevistou 2.002 pessoas entre os dias 31 de maio e 3 de junho. A pesquisa tem margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos e está registrada no TSE (13642/2010).
UOL Eleições, 05/06/2010
Em São Paulo
Os pré-candidatos à Presidência da República José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) estão empatados com 37% das intenções de voto, segundo a pesquisa Ibope divulgada neste sábado (5). O levantamento foi contratado pela "Rede Globo" e pelo jornal "O Estado de São Paulo".
Marina Silva, pré-candidata pelo PV, aparece com 9%. Votos brancos e nulos somam 9% e os indecisos, 8%.
A pesquisa ainda analisou o índice de rejeição dos candidatos. Questionados em qual candidato não votariam de jeito nenhum, 24% dos eleitores disseram o nome de Serra, 19% o de Dilma e 15% citaram Marina.
Numa simulação do segundo turno das eleições entre Serra e Dilma, ambos aparecem novamente empatados com 42%. Votos brancos e nulos somam 9% e os indecisos, 7%.
Governo Lula tem 86% de aprovação
O Ibope também ouviu a opinião dos eleitores sobre o governo Lula. Dos entrevistados, 86% aprovam a atual administração, contra 11% que disseram desaprovar. Ainda conforme a pesquisa, 75% consideram o governo Lula ótimo ou bom ; 20% regular e 5% ruim ou péssimo.
De zero a dez, o presidente Lula recebeu nota média de 7,8 dos entrevistados. A pesquisa Ibope entrevistou 2.002 pessoas entre os dias 31 de maio e 3 de junho. A pesquisa tem margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos e está registrada no TSE (13642/2010).
domingo, 23 de maio de 2010
Pesquisas eleitorais (23/05): Dilma sobe e empata com Serra
Dilma sobe e empata com Serra
Fernando Rodrigues
FOLHA DE S. PAULO, domingo, 23 de maio de 2010
A pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, atingiu sua melhor marca até hoje numa pesquisa Datafolha e está empatada com seu concorrente direto, José Serra (PSDB). Ambos têm 37%, segundo levantamento nacional realizado ontem e anteontem. Na pesquisa anterior, feita em 15 e 16 de abril, Dilma tinha 30% - ou seja, a intenção de voto na petista subiu sete pontos.
Dilma sobe 7 pontos e empata com Serra, aponta Datafolha
Tucano cai 5 pontos desde levantamento de abril e ambos aparecem com 37%
Petista atinge melhor marca na série do instituto, lidera na espontânea e também registra empate no 2" turno; Marina se mantém com 12
BRASÍLIA - A pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, atingiu sua melhor marca até hoje numa pesquisa Datafolha e está empatada com José Serra (PSDB). Ambos estão com 37%.
O levantamento foi realizado ontem e anteontem com 2.660 entrevistas.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Marina Silva (PV) aparece com 12%. Os que votam em branco, nulo ou em nenhum somam 5%. Indecisos são 9%. Na comparação com a última pesquisa Datafolha, realizada em 15 e 16 de abril, Dilma teve uma alta de sete pontos percentuais -de 30% para 37%. Já Serra caiu cinco pontos, saindo de 42% para os mesmos 37%.
Essa é a primeira vez que ambos aparecem empatados no Datafolha, que traz outros números positivos para a petista.
TV e Lula
"O principal fato que pode ser apontado como responsável por essa alta da candidata é o programa partidário de TV que o PT apresentou recentemente", diz Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha. Na semana passada, o PT foi à TV com vários comerciais de 30 segundos e com seu programa mais longo, de dez minutos. A estrela dessa investida de marketing foi Dilma Rousseff, com Lula como cabo eleitoral. Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não são apresentados a uma lista com os nomes dos candidatos, a curva da intenção de voto de Dilma continuou a descrever uma sólida curva ascendente. Ela tinha 8% em dezembro.
Em abril, estava com 13%. Agora, foi a 19% e está isolada em primeiro lugar. José Serra pontuou 14% -ele também vem subindo nesse quesito, mas em ritmo mais lento. Ainda na pesquisa espontânea, há também 5% que dizem ter intenção de votar em Lula , que não pode ser candidato. Outros 3% declarar querer votar no "candidato do Lula".
E 1% respondem "no PT" ou no "candidato do PT". Em tese, portanto, o potencial de voto espontâneo em Dilma pode ser de 28% -os seus 19% e mais outros 9% dos que desejam votar em Lula, em quem ele indicar ou em um nome apresentado pelo PT.
2º turno e rejeição
Quando são colocados na lista de candidatos os concorrentes de partidos pequenos, o cenário não se altera muito. Dilma e Serra continuam empatados, cada um com 36%. Marina tem 10%.
E só dois nanicos pontuam: José Maria Eymael (PSDC) e Zé Maria (PSTU). Dilma também colheu bom resultado na rejeição: seu índice caiu de 24% para 20% enquanto o de Serra subiu de 24% para 27%.
Marina também teve um resultado positivo, pois sua rejeição caiu de 20% para 14%. Na projeção de segundo turno, os dois estão tecnicamente empatados: a petista tem 46% contra 45% do tucano. Em abril, Serra aparecia dez pontos à frente da petista nesse quesito, com 50% a 40%.
Fernando Rodrigues
FOLHA DE S. PAULO, domingo, 23 de maio de 2010
A pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, atingiu sua melhor marca até hoje numa pesquisa Datafolha e está empatada com seu concorrente direto, José Serra (PSDB). Ambos têm 37%, segundo levantamento nacional realizado ontem e anteontem. Na pesquisa anterior, feita em 15 e 16 de abril, Dilma tinha 30% - ou seja, a intenção de voto na petista subiu sete pontos.
Dilma sobe 7 pontos e empata com Serra, aponta Datafolha
Tucano cai 5 pontos desde levantamento de abril e ambos aparecem com 37%
Petista atinge melhor marca na série do instituto, lidera na espontânea e também registra empate no 2" turno; Marina se mantém com 12
BRASÍLIA - A pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, atingiu sua melhor marca até hoje numa pesquisa Datafolha e está empatada com José Serra (PSDB). Ambos estão com 37%.
O levantamento foi realizado ontem e anteontem com 2.660 entrevistas.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Marina Silva (PV) aparece com 12%. Os que votam em branco, nulo ou em nenhum somam 5%. Indecisos são 9%. Na comparação com a última pesquisa Datafolha, realizada em 15 e 16 de abril, Dilma teve uma alta de sete pontos percentuais -de 30% para 37%. Já Serra caiu cinco pontos, saindo de 42% para os mesmos 37%.
Essa é a primeira vez que ambos aparecem empatados no Datafolha, que traz outros números positivos para a petista.
TV e Lula
"O principal fato que pode ser apontado como responsável por essa alta da candidata é o programa partidário de TV que o PT apresentou recentemente", diz Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha. Na semana passada, o PT foi à TV com vários comerciais de 30 segundos e com seu programa mais longo, de dez minutos. A estrela dessa investida de marketing foi Dilma Rousseff, com Lula como cabo eleitoral. Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não são apresentados a uma lista com os nomes dos candidatos, a curva da intenção de voto de Dilma continuou a descrever uma sólida curva ascendente. Ela tinha 8% em dezembro.
Em abril, estava com 13%. Agora, foi a 19% e está isolada em primeiro lugar. José Serra pontuou 14% -ele também vem subindo nesse quesito, mas em ritmo mais lento. Ainda na pesquisa espontânea, há também 5% que dizem ter intenção de votar em Lula , que não pode ser candidato. Outros 3% declarar querer votar no "candidato do Lula".
E 1% respondem "no PT" ou no "candidato do PT". Em tese, portanto, o potencial de voto espontâneo em Dilma pode ser de 28% -os seus 19% e mais outros 9% dos que desejam votar em Lula, em quem ele indicar ou em um nome apresentado pelo PT.
2º turno e rejeição
Quando são colocados na lista de candidatos os concorrentes de partidos pequenos, o cenário não se altera muito. Dilma e Serra continuam empatados, cada um com 36%. Marina tem 10%.
E só dois nanicos pontuam: José Maria Eymael (PSDC) e Zé Maria (PSTU). Dilma também colheu bom resultado na rejeição: seu índice caiu de 24% para 20% enquanto o de Serra subiu de 24% para 27%.
Marina também teve um resultado positivo, pois sua rejeição caiu de 20% para 14%. Na projeção de segundo turno, os dois estão tecnicamente empatados: a petista tem 46% contra 45% do tucano. Em abril, Serra aparecia dez pontos à frente da petista nesse quesito, com 50% a 40%.
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quarta-feira, 21 de abril de 2010
413) Pesquisas eleitorais: comentarios de Reinaldo Azevedo
Para ler em conexão com os números apresentados no post 411, abaixo.
O INEXPLICADO SEGUE A CADA DIA MAIS INEXPLICÁVEL
Reinaldo Azevedo, 21.04.2010
Os números do Ibope (abaixo), como se vê, são um pouco diferentes dos do Datafolha, mas tudo fica na margem de erro dos dois institutos, sem grandes malabarismos. Misteriosos, ou nem tanto, são mesmo os do Sensus, que, inexplicados, tornam-se, a cada dia, mais inexplicados. Alguém virá em seu socorro? O Vox Populi, por exemplo? Ou este instituto preferirá afastar esse cálice, evitando o abraço de afogados?
A disputa pode até empatar hora dessas, e, se isso acontecer, não significará que o Sensus antecipou o futuro. Convenham: nessa hipótese, se tivesse chutado, sem pesquisa nenhuma, teria dado na mesma.
Um instituto vive da credibilidade. E o mercado costuma até ser bastante compreensivo com um erro aqui, outro ali. Mas tem de confiar nos critérios. Estes não podem estar sob suspeita. O Sensus, até agora, não conseguiu se defender das suas próprias escolhas. A esta altura, usar os números do instituto, como se tem feito por aí, para analisar a tal “média móvel” do desempenho dos candidatos não é diferente de considerar também as previsões de Mãe Dinah.
Ela, ao menos, segue o que diz ser uma “intuição”, “iluminação espiritual” ou algo assim. Não faz questionário para conferir uma aparência de cientificidade a suas previsões ou desejos.
O INEXPLICADO SEGUE A CADA DIA MAIS INEXPLICÁVEL
Reinaldo Azevedo, 21.04.2010
Os números do Ibope (abaixo), como se vê, são um pouco diferentes dos do Datafolha, mas tudo fica na margem de erro dos dois institutos, sem grandes malabarismos. Misteriosos, ou nem tanto, são mesmo os do Sensus, que, inexplicados, tornam-se, a cada dia, mais inexplicados. Alguém virá em seu socorro? O Vox Populi, por exemplo? Ou este instituto preferirá afastar esse cálice, evitando o abraço de afogados?
A disputa pode até empatar hora dessas, e, se isso acontecer, não significará que o Sensus antecipou o futuro. Convenham: nessa hipótese, se tivesse chutado, sem pesquisa nenhuma, teria dado na mesma.
Um instituto vive da credibilidade. E o mercado costuma até ser bastante compreensivo com um erro aqui, outro ali. Mas tem de confiar nos critérios. Estes não podem estar sob suspeita. O Sensus, até agora, não conseguiu se defender das suas próprias escolhas. A esta altura, usar os números do instituto, como se tem feito por aí, para analisar a tal “média móvel” do desempenho dos candidatos não é diferente de considerar também as previsões de Mãe Dinah.
Ela, ao menos, segue o que diz ser uma “intuição”, “iluminação espiritual” ou algo assim. Não faz questionário para conferir uma aparência de cientificidade a suas previsões ou desejos.
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411) Pesquqisa eleitoral: Serra ainda com vantagem
Pesquisa Ibope mostra Serra com 36% e Dilma com 29%
Estadão Online, 21.04.2010:
Uma nova pesquisa Ibope encomendada pelo jornal Diário do Comércio aponta variação positiva de dois pontos porcentuais à favor do pré-candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, em relação à sua principal adversária, a petista Dilma Rousseff. O levantamento, feito entre os dias 13 e 18 de abril, mostra o tucano com 36% das intenções de voto, sete à frente da petista, que seria a escolhida por 29% do eleitorado. No ultimo levantamento, a diferença era de 5 pontos.
Em terceiro lugar estão empatados o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) e a senadora Marina Silva (PV-AC), com 8% das intenções de voto cada um. A porcentagem de votos em branco e nulos somou 10% e os que disseram não saber em quem votarão atingiram 9%.
Na simulação de um eventual segundo turno entre os pré-candidatos do PSDB e do PT, Serra lidera com 46% e Dilma tem 37%. A maior rejeição apontada pela pesquisa é de Ciro, com 48%, seguido de Marina, com 43%, Dilma, com 34%, e Serra, com 32%.
O último levantamento Ibope, divulgado em 17 de março e encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostrava o tucano com 35% das intenções, seguido pela pré-candidata do PT, com 30%. Ciro registrou 11% e Marina teve 6%. Naquela sondagem, o porcentual de votos em branco e nulos alcançou 10% e dos que disseram não saber em quem votar ou não quiseram responder somou 8%. De acordo com o “Diário do Comércio”, os levantamentos encomendados pela CNI e pela ACSP usam a mesma base de apuração e, logo, podem ser comparados entre si.
No cenário sem Ciro, a pesquisa Ibope/Diário do Comércio aponta Serra com 40%, Dilma com 32%, Marina com 9%, branco e nulos 11% e não sabem ou não opinaram, 9%.
Estadão Online, 21.04.2010:
Uma nova pesquisa Ibope encomendada pelo jornal Diário do Comércio aponta variação positiva de dois pontos porcentuais à favor do pré-candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, em relação à sua principal adversária, a petista Dilma Rousseff. O levantamento, feito entre os dias 13 e 18 de abril, mostra o tucano com 36% das intenções de voto, sete à frente da petista, que seria a escolhida por 29% do eleitorado. No ultimo levantamento, a diferença era de 5 pontos.
Em terceiro lugar estão empatados o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) e a senadora Marina Silva (PV-AC), com 8% das intenções de voto cada um. A porcentagem de votos em branco e nulos somou 10% e os que disseram não saber em quem votarão atingiram 9%.
Na simulação de um eventual segundo turno entre os pré-candidatos do PSDB e do PT, Serra lidera com 46% e Dilma tem 37%. A maior rejeição apontada pela pesquisa é de Ciro, com 48%, seguido de Marina, com 43%, Dilma, com 34%, e Serra, com 32%.
O último levantamento Ibope, divulgado em 17 de março e encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostrava o tucano com 35% das intenções, seguido pela pré-candidata do PT, com 30%. Ciro registrou 11% e Marina teve 6%. Naquela sondagem, o porcentual de votos em branco e nulos alcançou 10% e dos que disseram não saber em quem votar ou não quiseram responder somou 8%. De acordo com o “Diário do Comércio”, os levantamentos encomendados pela CNI e pela ACSP usam a mesma base de apuração e, logo, podem ser comparados entre si.
No cenário sem Ciro, a pesquisa Ibope/Diário do Comércio aponta Serra com 40%, Dilma com 32%, Marina com 9%, branco e nulos 11% e não sabem ou não opinaram, 9%.
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terça-feira, 20 de abril de 2010
410) Pesquisas eleitorais: distribuicao regional dos votos
O Sul é a região que dá a vitória mais esmagadora para Serra
De acordo com a última pesquisa DataFolha para o Sul, Serra perdeu 5 pontos em pouco mais de 15 dias, e Dilma somou 7 pontos. O resultado foi 56 x 35. É vitória no primeiro turno para Serra na região e a maior diferença do tucano em todo o Brasil. O exame dos resultados das três últimas pesquisas permitem melhor leitura da sucessão.
Período de campo: 15 e 16.04.2010
Sudeste: Serra (54); Dilma (35)/ Sul: Serra (56);Dilma 35)/ Nordeste: Serra (40); Dilma (49)/ Norte/Centro Oeste: Serra (50); Dilma (41)
Período de campo: 25 e 26.03.2010
Sudeste: Serra (52); Dilma (36)/ Sul: Serra (61); Dilma (28)/ Nordeste: Serra (35); Dilma (49)/ Norte/Centro oeste: Serra (48); Dilma (38)
Período de campo: 24 e 25.02.2010
Sudeste: Serra (51); Dilma (36)/ Sul: Serra (47); Dilma (36)/ Nordeste: Serra (34); Dilma (49)/ Norte/Centro Oeste: Serra (42); Dilma (44)
De acordo com a última pesquisa DataFolha para o Sul, Serra perdeu 5 pontos em pouco mais de 15 dias, e Dilma somou 7 pontos. O resultado foi 56 x 35. É vitória no primeiro turno para Serra na região e a maior diferença do tucano em todo o Brasil. O exame dos resultados das três últimas pesquisas permitem melhor leitura da sucessão.
Período de campo: 15 e 16.04.2010
Sudeste: Serra (54); Dilma (35)/ Sul: Serra (56);Dilma 35)/ Nordeste: Serra (40); Dilma (49)/ Norte/Centro Oeste: Serra (50); Dilma (41)
Período de campo: 25 e 26.03.2010
Sudeste: Serra (52); Dilma (36)/ Sul: Serra (61); Dilma (28)/ Nordeste: Serra (35); Dilma (49)/ Norte/Centro oeste: Serra (48); Dilma (38)
Período de campo: 24 e 25.02.2010
Sudeste: Serra (51); Dilma (36)/ Sul: Serra (47); Dilma (36)/ Nordeste: Serra (34); Dilma (49)/ Norte/Centro Oeste: Serra (42); Dilma (44)
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